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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A ultima Missa de Padre Pio.


Em 22 de Setembro de 1968, São Padre Pio de Pietrelcina presidiu a sua ultima Missa poucas horas antes de morrer na madrugada do dia 23 de Setembro.

No final dos anos 60, Padre Pio teve alguns problemas de saúde mas apesar de seu cansaço e de sua fragilidade continuava Presidindo a Santa Missa e atendia cerca de 50 confissões diárias.

No dia 20 de Setembro de 1968 São Padre Pio completava 50 anos de ter recebido os Estigmas de Cristo pela primeira vez. Ele ia Presidir uma Missa Solene, mas pediu aos seus superiores para que presidissem uma Missa menor. No entanto, ao ver a quantidade de peregrinos vindo de todos os cantos dos Grupo de Oração espalhado no Mundo inteiro decidiu prosseguir com o seu plano original de Presidir uma Missa Solene. A Missa que vemos no vídeo acima.

Na madrugada do dia 23 de Setembro de 1968, já moribundo, chamou o seu superior para se confessar e renovar pela ultima vez os votos solenes de Pobreza, Obediência e Castidade. Segurando o seu Rosário, morreu vendo a Jesus e a Virgem Maria, e pronunciando "Jesus, Maria." "Jesus, Maria."

A causa de sua morte, foi um ataque ao coração.

Padre Pio nasceu na cidade de Pietrelcina, Itália, em 25 de de Maio de 1887. Seu nome era Francesco Forgione e tomou o nome de Frei Pio de Pietrelcina em honra a São Pio V, quando recebeu o hábito de Franciscano Capuchinho. Sua vida foi marcada por vários Milagres como Curas, levitação, podia ver as almas das pessoas, dom de bilocação...

Seu corpo foi enviado a Roma em Fevereiro deste ano, como parte do programa do Jubileu da Misericórdia. São Padre Pio foi Canonizado por São João Paulo II, quem o conheceu quando ainda estava vivo e de quem conseguiu graças para pessoas ligadas a ele.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

COMO DEIXAR O VÍCIO DA MASTURBAÇÃO?




Estimado Padre, o que pode fazer um jovem para deixar o vício da masturbação?

Sua consulta pode ser extensiva a todo tipo de vício contra a castidade. A resposta se enquadra nas normas próprias para conservar a castidade (ou para recuperá-la depois de havê-la perdido).

Os meios se dividem em naturais e sobrenaturais (alguns dos meios que indicarei são assinalados pelo Papa Pio XII em sua formosa Encíclica Sacra Virginitas, nn. 34-35).

1. Os meios naturais para defender a castidade

1º Manter-se perfeitamente tranquilo diante das tentações.

“Sentir a tentação não significa consentir a ela”. Terá que ter uma consciência clara a respeito; em nada ajuda uma consciência escrupulosa, assim como tampouco o faz uma consciência surda à voz divina que soa dentro dela. Junto com isto terá que ter a segurança de que toda tentação pode ser vencida.

2º Vigiar e fazer penitência

A vigilância é absolutamente necessária em todos os momentos e circunstâncias de nossa vida, porque – como diz São Paulo – “os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne” (Gl. 5, 17). Pio XII escreve: “Se algum fosse indulgente, ainda em coisas mínimas, com as seduções do corpo, facilmente se sentirá miserável para aquelas obras da carne que o enumera o Apóstolo (cf. Gal 5, 19-21)” (Cf. Sacra Virginitas, n. 35).

É necessário velar sobre os movimentos das paixões e dos sentidos, “refreá-los com uma vida austera e com penitências corporais – diz Pio XII no mesmo lugar – para submetê-los à reta razão e à lei de Deus: “Os que são de Jesus Cristo crucificaram a carne, com as paixões e concupiscências (Gl 5, 24)”. Todos os Santos vigiaram seus sentidos e paixões. Até quem não pode, por alguma razão, fazer penitência corporal, ao menos não pode desculpar-se de estar alerta e de fazer mortificação interior.

3º Apartar-se do perigo

Um dos conselhos mais sábios que nos têm legado os Santos é que “é mais fácil superar as seduções das paixões fugindo delas que combatendo-as de frente”. “Fujo para não ser vencido”, dizia São Jerônimo (Contra vigilante., 16; ML 23, 352). No que consiste esta fuga? Em evitar diligentemente a ocasião de pecar e, principalmente, em elevar a alma às coisas divinas durante as tentações, fixando a vista em Cristo virgem.

É verdade que não podemos “sair do mundo” fisicamente. Mas não devemos estar nele com o coração e os sentidos. Ninguém pode manter a pureza se não começar por evitar os olhares, conversações, pensamentos, não só impuros, mas também, inclusive, turvos. Por quê? Porque está escrito quem ama o perigo nele perecerá (Eclo 3, 27). E Santo Agostinho: “Não me diga que tem a alma pura, se tiver os olhos impuros; porque o olho impuro é mensageiro de um coração impuro” (Epist. 211, n. 10; ML 33, 961).

4º Cultivar o pudor

O meio mais efetivo para defender a castidade é educar e fomentar o “pudor”. Pio XII chama este sentimento “a prudência da castidade” (Sacra Virginitas, n. 40). “A pureza exige o pudor”, diz o Catecismo (Catecismo da Igreja Catolica, n. 2521). O pudor é parte integrante da moderação; não é uma virtude propriamente dita, senão um sentimento louvável que constitui os alicerces da virtude. Consiste em uma natural reserva e instinto de rejeição não já diante do pecado, mas a qualquer alusão indiscreta à sexualidade. Evidentemente esta disposição não é devida a uma concepção falsa da sexualidade (se este afastamento instintivo se devesse ao entendimento da sexualidade como pecaminosa em si, estaríamos diante de uma consciência errônea e doentia), mas ao respeito delicado à sexualidade (própria e alheia). “O pudor, diz Pio XII, não gosta de palavras torpes ou menos honestas, e aborrece até a mais leve imodéstia; evita a familiaridade suspeitosa com pessoas de outro sexo [ou do mesmo sexo, no caso da atração pelo mesmo sexo, e isso se a familiaridade for SUSPEITOSA, não qualquer familiaridade – observação nossa]; infundindo no ânimo a devida reverência ao corpo que é membro de Cristo (cf. 1 Cor 6, 15) e templo do Espírito Santo (cf. 1 Cor 6, 19) (Sacra Virginitas, n. 40).

O pudor se alimenta do temor filial de Deus, quer dizer, do amor que teme ofender a quem ama. Apóia-se, também, na humildade. Quem quer ser puro, tem que ser também humilde; pois diz Santo Agostinho: “... a virgindade... tem que vigiar-se para que não se corrompa com a soberba... quanto mais [valioso] parece-me este dom, mais temo não deva desaparecer pela soberba”. A muitos castos a soberba tem feito cair na impureza.

5º Equilíbrio geral

Do ponto de vista puramente natural, é importante, também, manter uma boa higiene física, uma alimentação equilibrada, exercício físico e descanso.

2. Os meios sobrenaturais

Evidentemente não bastam os meios naturais; terá que recorrer também aos meios sobrenaturais, pois a castidade é um dom de Deus. De maneira particular, terá que se apelar a:

1º A oração.

Falando do dom da castidade, diz São Jerônimo que “foi concedido aos que o pediram, aos que o quiseram, aos que trabalharam por recebe-lo. Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á (Mt. 7, 8)” (Comm. In Matth. XIX, 11; PL 26, 135. Citado por Pio XII, Sacra Virginitas, n. 43). E Santo Afonso ensina que não há meio tão necessário para vencer as tentações contra a castidade, como a oração a Deus” (Prática do Amor a Jesus Cristo, c. 17).

2º Os sacramentos da Confissão e a Eucaristia

A oração se deverá acrescentar a confissão frequente, que é medicina espiritual que purifica e cura. E também a Eucaristia que foi chamada, neste sentido, “remédio contra a sensualidade” (Leão XIII, Enc. Mirae caritatis, do dia 28 de maio de 1902 – AAS 36, 641). A Eucaristia, recebida com as devidas disposições, faz puros os corações, porque se recebe ao Autor de toda Pureza.

3º A devoção à Virgem Santíssima

Por último, um meio excelente para conservar a castidade (ou recuperá-la quando se perdeu) é a solida devoção à Virgem Mãe de Deus. “Em certa maneira, dizia Pio XII, esta devoção contém em si todos os outros meios; pois quem sincera e profundamente a vive, tem-se que sentir impulsionado a velar, a orar, a aproximar-se do tribunal da Penitência e ao Banquete Eucarístico.” (Sacra Virginitas, n. 45).

Maria Santíssima é Virgem das virgens e “mestra de virgindade”, com diz Santo Ambrósio (De institutione virginis, 6, 46; ML 16, 320). Santo Agostinho escreveu que “pela Mãe de Deus começou a dignidade virginal” (Serm. 51, 16, 26; PL 38, 348). E São Jerônimo assegurou: “Para mim a virgindade é uma consagração em Maria e em Cristo” (Epist. 22, n. 16; PL 22, 405). Por isso sigamos os conselhos de São Bernardo: “Procuremos a graça, e procuremo-la por Maria” (In nativitate B. Mariae Virginis, Sermo de acquaeducto, n. 8; PL 183, 441-442).

3. Concluindo

Estes são os meios gerais. Quando se trata de um vício fortemente enraizado, estes mesmos meios são os que levam a desarraigá-lo, mas atuando energicamente e depois da repetição de muitos atos. Só a prática virtuosa pode desarraigar um vício.

Se a impulsão para o vício já roça o comportamento anômalo, pode suceder que tenha raízes físicas ou psíquicas, e em tal caso, junto com os meios acima indicados, será necessário a ajuda de um médico de visão clara e serena, que realize um exame clínico geral e, de acordo com os resultados, indique alguns meios de ordem médica.

(extraído de “O teólogo responde: respostas católicas a dúvidas e objeções dos homens do terceiro milênio”, do Padre Dr. Miguel Ángel Fuentes, do Instituto do Verbo Encarnado)

Fonte: http://www.couragebrasil.com/2016/04/esp-como-deixar-o-vicio-da-masturbacao.html

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Confissões com Padre Pio de Pietrelcina...


A um jovem que chorava, Padre Pio perguntou:

— “Por que choras?”.

Respondeu:

— “Porque não me deu absolvição”.

Com carinho, Padre Pio consolou-o:

— “Filho, é assim, a absolvição não te foi negada para mandá-lo ao inferno, mas ao paraíso”.

Uma vez, um jovem disse:

— “Sabe? Tive que voltar três vezes para que Padre Pio me desse a absolvição. Eu não entendi porque me mandava ir embora; eu parecia ser sincero, arrependido. Na terceira vez havia em mim uma certa decisão para corrigir-me de um defeito. Sem que dissesse nada, o padre foi breve e me liberou”.

Ele podia fazer coisas assim porque se demorava muito, mas nem a todos era possível. Em algumas Missas, se alguém, após ter se confessado, precisasse de confessar novamente, deveria esperar passar ao menos sete dias.

Muitas vezes seus confrades faziam observações a este respeito, recomendando-lhe que desse alguma indulgência. Mas ele respondia:

— “O faço para o bem dele; não acredita que eu sofro também? Mas se tu soubesses como ficam depois, como não sossegam!”.


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Relíquias dos Santos Pe. Pio e Pe. Leopoldo deixam o Vaticano.

Os restos mortais dos Santos Padre Pio de Pietrelcina e Padre Leopoldo Mandic deixaram na manhã desta Quinta - Feira (11/02) a Basílica de São Pedro para voltar, respectivamente, para San Giovanni Rotondo - Sul da Itália- e Pádua - Nordeste da península.

O Arcebispo Rino Fisichella, presidente do pontifício Conselho para a Pormoçao da Nova Evangelização - Dicastério Vaticano respónsavél pela organização do Jubileu extraordinário da Misericórdia -, presidiu na manhã desta Quinta - Feira a Missa de despedida das relíquias dos dois Santos confessores.

A vida de São Leopoldo no silêncio de um confessionário.


Foram muitos os fieis que também neste ultimo dia quiseram saudar os dois santps da misericórdia. Dom Fisichela traçou a figura dos dois Capuchinhos comentando o Evangelho do dia, em que Jesus convida os discípulos a segui - lo, renegando a si mesmo, carregando a própria Cruz:

"Pe. Leopoldo - bem o sabemos - em sua vida queria ser missionário, sobretudo entre os povos eslavos, para reconduzi - los à unidade. Queria ser um pregador e o Senhor pediu - lhe que renunciasse. Transcorreu sua vida no silêncio de um pequeno confessionário: um confessionário que nem mesmo o bombardeio sobre seu convento pôde destruir. O convento foi destruido sob o bombardeio da Guerra. A única coisa que ficou d epé foi o confessionário do Padre Leopoldo: este é o sinal de um chamado que foi capaz de seguir fielmente todos os dias, todos os dias!"

São Pe. Pio: a Cruz é garantia de amor.


Aí está a "dramaticidade da nossa vida" - prosseguiu Dom Fisichela -, todos os dias fazer nossa a Cruz de Jesus:

"Aí Pe. Pio é mais do que nunc um exemplo para nós. Escrevia: 'Sei muito bem que a Cruz é penhor de amor, a Cruz é garantia de perdão'. E o amor que não é nutrido e alimentado e pela Cruz não é verdadeiro amor. Reduz - se a um fogo de palha. E a sua vocação foi a de carregar, impressa em seu corpo, a própria Paixão de Jesus. Jamais como para ele - e antes dele São Francisco - poderiam ser válidas as seguintes palavras do Apostolo Paulo: 'Carregamos sempre em nosso corpo a morte de Jesus; para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne, de modo que em nós opera a morte, mas em vós a vida'."

O Ministério da Reconciliação que "estes dois frades capuchinhos viveram intensamente todos os dias, durante toda sua existência, não foi outra coisa senão carregar em si a morte, para que em nós pudesse ter lugar a vida do perdão e a vida nova da reconciliação como Senhor Jesus", concluiu Dom Rino Fisichella.



Fonte: Radiovaticana.va

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

São Leopoldo Mandic. Ofm.Cap.





"Recebei o Espirito Santo. A quem perdoares os pecados, serão perdoados; a quem retiverdes, lhes serão retirdo." Jo 20, 22 - 23.

Juntamente com São Pio de Pietrelcina, outro grande santo terá seu corpo exposto em Roma. Conheça um pouco da Vida de São Leopoldo Mandic.

Bogdan nasceu no dia 12 de Maio de 1866 em Castelnovo. (Herzegnovi) antiga Iuguslávia. Seus pais eram muito pobres, o casarão onde moravam foi recebido por herança. O único bem que a família possuía eram os 12 filhos de Bogdan era o último. O mesmo nasceu pequenino e franzino que parecia não sobreviver.

Foi batizado um mês depois do nascimento e na Pia Batismal recebeu o nome de Bogdan que significa: "Dom de Deus."

Apesar de sua frágil saúde, o pequeno Bogdan sempre se mostrou de grande caráter e sensibilidade. Seu olhar irradiava ternura e de sua boca jamais se ouviu blasfêmias, insultos, palavrões entre outros. Certa vez junto com outras crianças, brincavam e jogavam na prainha em frente a sua casa. Nos jogos faziam apostas de patacões, e num determinado momento o perdedor, com raiva disse um palavrão. Bogdan indignado, tirou do bolso seus patacões e deu ao perdedor dizendo: "São todos teus se prometeres que nunca repetiras tal palavrão e nem outros". Pacto firmado e cumprido entre bons amigos!

O jovem Bogdan em 1882 partiu para o Seminário de Údine e de lá dois anos depois, parte para o Convento de Bassano Del Grappa para fazer o noviciado. No Seminário adota o nome de Leopoldo - Frei Leopoldo. Foram tantas as dificuldades que teve que enfrentar nos tempos de formação que somente alguém com muita persistência suportaria. Frei Leopoldo tudo enfrentou com coragem.

Depois de duras e longas provas, Frei Leopoldo é ordenado Sacerdote no dia 20 de Setembro de 1890. Desejava Celebrar entre os seus a 1° Missa em Castelnovo, não foi possível, e conformado envia uma foto da Celebração para seus familiares.

O Sacerdócio foi para Frei Leopoldo a total realização pessoal. As Celebrações eram cheias de piedade e na hora da Consagração aquele Padre franciscano parecia elevar - se e tornar - se um gigante da fé.

Frei Leopoldo era uma fonte de bençãos, em tudo dava graças a Deus e a todos abençoava. Todos que dele se aproximavam sentiam o toque da graça, o seu olhar penetrava a alma e descortinava o coração. O Confessionário foi desde os primeiros duas de sua Ordenação, o lugar preferido de Frei Leopoldo. Devolver a graça perdida pelo pecado, e readquirida pela absolvição, era a sua realização.

Por alguns anos ficou em Veneza, depois foi enviado a diversos conventos de sua província. Trabalhou em Zara, Bassano, Del Grappa, Capodistria e Thiene.

A obediência, a vida de oração e a disponibilidade , fizeram de Frei Leopoldo um exemplo para seus confrades e um conforto para os seus superiores. Desejava somente fazer o bem, e o bem poderia ser feito em qualquer lugar desde que estivesse em conformidade com a vontade de Deus. Todos os seus penitentes eram unânimes em considerá - lo como diretor espiritual e o tinham como pai afetuoso.

Quando era transferido uma multidão lamentava a sua partida, do confessor amigo, e por muitos anos escreviam cartas e até faziam caravanas para visitá - lo. Frei Leopoldo com muita caridade e simplicidade dirigia os seus filho espirituais. Os corações eram escancarados e os segredos revelados, com o simples olhar do confessor.

As horas no confessionário eram incontáveis, por vezes chegou a confessar por dezesseis horas seguidas. Seu corpo e sua saúde eram poucas, ocupavam o precioso tempo de seu sono. Quando seus superiores o repreendiam, Frei Leopoldo, olhando para o Crucifixo dizia: " E ene então! Ele chegou a morrer pelas almas!" O sonho de frei Leopoldo era as santas missões. Mas conformou - se em não ser escolhido por sua frágil saúde.

Em todos os lugares que passou, deixou um testemunho de fé. O tempo que não estava no confessionário era ocupado por horas de adoração Eucarística, e outras tantas rezando incontáveis terços diante da imagem da Santíssima Virgem. A ela escrevia bilhetes e recomendava os penitentes de coração duro. Jesus e Maria eram para ele seus "Patrões Abençoados". Por ser Franciscano, nutria por nosso seráfico Pai São Francisco de Assis uma devoção especial. 

No ano de 1909 foi transferido para Pádua, e lá permaneceu pelo resto de sua vida. O sonho de missionário permaneceu no sonho. Por obediência e sempre de bom humor dizia que: "Se sentia como um pássaro na gaiola e o coração além das fronteiras". Frei Leopoldo estava bastante cansado e doente, de nada reclamava e tudo estava bom demais.

No dia 29 de Julho de 1942, confessou aproximadamente 50 pessoas, seu corpo dava sinais de desgaste. No dia seguinte, às 7:00 da manhã, enquanto se paramentava para a Santa Missa, sofreu um colapso e expirou pronunciando as palavras da Salve Rainha. O seu sepultamento foi gigantesco! Os paudianos saudavam o cortejo fúnebre com lagrimas e acenos. Quando seu tumulo foi aberto para o processo de beatificação, encontraram tão somente a sua mão direita intacta. A mão que tanto abençoou e tantos pecados absolveu, permaneceu como sinal de amor e da misericórdia de nosso Deus. Foi Beatificado por Paulo VI em e de Maio de 1976, e Canonizado em 16 de Outubro de 1983 pelo Papa João Paulo II, e denominado como: "O Herói do confessionário".



segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

O PERFUME MARCAVA A INESQUECÍVEL PRESENÇA.





Uma senhora contou: No ano 1945 sua mãe a levou a San Giovanni Rotondo para conhecer pessoalmente o Padre Pio e se confessar. Enquanto esperava a sua vez, pois tinha muita gente, pensava em seus pecados preparando-se para uma boa confissão. Porém quando chegou a sua vez e estava na presença dele, ficou paralisada. O Padre Pio percebendo a sua timidez, com um sorriso lhe disse: "Você quer que eu fale por ti?" Ela consentiu por meio de um sinal e, depois, terminada a Confissão, estava pasma e impressionada. Não podia acreditar! O Padre Pio tinha falado palavra por palavra, tudo o que ela deveria lhe ter confessado. Ela se sentiu tranquila e calma, e mentalmente agradeceu a DEUS a presença do venerado Sacerdote por obsequiá-la com a experiência de seu extraordinário carisma. Ela lhe confiou à saúde da sua alma e do seu corpo. Ele respondeu: “Sempre serei teu pai espiritual". Ela se despediu com uma imensa alegria no coração. Enquanto regressava de trem, sentiu um intenso perfume de flores do qual jamais se esqueceu em toda a sua vida. Era a presença do Padre Pio que a encheu de felicidade.