Mostrando postagens com marcador Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cristo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Unidos em oração pelo Papa Francisco

 


Queridos irmãos e irmãs em Cristo,

Que possamos nos unir em oração pelo santo padre o Papa Francisco. Como divulgado a dias, ele está enfrentando uma batalha contra uma pneumonia bilateral e insuficiência renal leve. Desde a sua internação em 14 de fevereiro, ele tem recebido cuidados intensivos e está sob vigilância constante da equipe médica do hospital Gemelli.

Apesar do quadro clínico complexo, Francisco permanece vigilante e bem orientado, demonstrando sua habitual força e resiliência. No entanto, a situação ainda é crítica e requer nossas contínuas e fervorosas orações.

Por isso, neste momento convidamos a todos os leitores e seguidores do blog e das nossas redes sociais a se unirem em oração pelo Santo Padre. Que possamos, juntos, elevar nossas vozes ao Senhor, pedindo pela recuperação e fortalecimento do nosso querido Pastor. Que Deus, em Sua Infinita Misericórdia, conceda-lhe a saúde necessária para continuar guiando a Igreja Católica com Sabedoria e Amor.

sábado, 30 de março de 2024

De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo (Séc. IV)

 
Representação iconográfica de Cristo que, descendo aos infernos, resgata, a partir de Adão e Eva, todos os justos que esperavam a redenção – Foto: fidesecclesiae

A descida do Senhor à mansão dos mortos


Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos.

Ele vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva cativos, agora libertos dos sofrimentos. 
 
O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: “O meu Senhor está no meio de nós”. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará. 

Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa. 
 
Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do paraíso, ao sair de um jardim fui entregue aos judeus e num jardim, crucificado. 

Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê na minha face as bofetadas que levei para restaurar, conforme à minha imagem, tua beleza corrompida. Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar de teus ombros o peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendeste levianamente as tuas mãos para a árvore do paraíso. 
 
Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti. 

Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constituí anjos que, como servos, te guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus. Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, construído o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos adornados, abertos os tesouros de todos os bens e o reino dos céus preparado para ti desde toda a eternidade”. 

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Carta de Padre Pio a Raffaelina Cerase, 23 de fevereiro de 1915.



    Em São Paulo, esses dois sentimentos vinham da caridade perfeita. O de ser dissolvido para se juntar a Jesus Cristo em perfeita união na glória, o que lhe seria melhor, ou seja, era mais desejável do que continuar a viver nesta terra; e este desejo foi movido unicamente pela caridade perfeita que ele tinha por seu Deus. Por outro lado, o outro sentimento ou desejo também vinha de uma caridade perfeita, mas cujo objetivo imediato era a salvação dos outros. Em outras palavras, esse desejo foi motivado pelo objeto principal, Deus, mas refletiu-se pela reflexão na salvação das almas. O primeiro desejo, isto é, ser dissolvido deste corpo, ele o vê e o considera mais útil para si mesmo, e o deseja com todo o ardor com que uma alma justa pode querer unir-se ao seu Deus. Por outro lado, o segundo desejo, isto é, partir, ou melhor, continuar vivendo em meio ao trabalho e ao cansaço para buscar a salvação das almas, ele, cheio do espírito de Jesus Cristo, considera mais necessário outros, ou melhor, tendo tido a revelação (como parece deduzir-se do que diz logo a seguir, e o próprio facto parece confirmar a minha interpretação, porque não foi martirizado nessa altura, mas recuperou a liberdade) de que não morrer então, ele se resigna e o sofre pela salvação das almas, como um filho que ama seu pai com ternura se submete, por causa de sua afeição por ele, a todas as humilhações e também ao cumprimento exato de certos serviços muito baixos que seu pai gosta de impor a ele. Este filho terno faz de tudo, não só para não contrariar o desejo do pai em nada, mas para agradá-lo em tudo.
 
(23 de fevereiro de 1915, a Raffaelina Cerase, Ep. II, 340)

terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Para que, então, vivemos?


 
       Para que, então, vivemos? Depois de nos consagrarmos a ele no batismo, somos todos de Jesus Cristo. Portanto, o cristão deve ter como sua a frase deste santo Apóstolo: "Para mim a vida é Cristo", vivo para Jesus Cristo, vivo para a sua glória, vivo para servi-lo, vivo para amá-lo. E quando Deus quiser tirar nossas vidas, o sentimento, o carinho, que devemos ter, deve ser justamente aquele de quem, depois do cansaço, vai receber a recompensa, aquele de quem, depois do combate, vai receber a recompensa. Coroa. 

     Provemos, sim, provemos, ó minha querida Raffaelina, saboreie esta disposição exaltada da alma de tão grande apóstolo! Sim, é verdade que todas as almas que amam a Deus estão dispostas a fazer qualquer coisa por amor ao próprio Deus, tendo a plena convicção de que tudo será para seu próprio benefício. Estejamos sempre preparados para reconhecer em todos os acontecimentos da vida a sábia ordem da providência divina, adoremos e disponhamos de nossa vontade para conformá-la sempre e em tudo à de Deus, pois assim glorificaremos o celestial Pai e tudo será benéfico para nós, para a vida eterna.
 
(23 de fevereiro de 1915, a Raffaelina Cerase, Ep. II, 340)

Extraído do livro: 365 dias com Padre Pio. 

sábado, 13 de fevereiro de 2021

O POVO ELEITO

     


    Mas vós sois a gente escolhida, o sacerdócio régio, a nação santa, o povo que Ele adquiriu a fim de que proclameis os grandes feitos daquele que vos chamou das trevas para a luz maravilhosa. Vós sois aqueles que antes não eram povo, agora porém são povo de Deus; os que não eram objeto de misericórdia, agora porém alcançaram misericórdia (1Pd 2, 9-10).

    CIC 63- Israel é o povo sacerdotal de Deus, "aquele que traz o nome do Senhor" (Dt 28). É o povo daqueles "aos quais" Deus falou em primeiro lugar, o povo dos "irmãos mais velhos" da fé de Abraão.

    CIC 64 - Por meio dos profetas, Deus forma seu povo na esperança da salvação, na expectativa de uma Aliança Nova e Eterna, destinada a todos os homens, e que será impressa nos corações.

    CIC 781 - Em qualquer época e em qualquer povo, é aceito por Deus todo aquele que o teme e pratica a justiça. Aprouve, contudo, a Deus santificar e salvar os homens não singularmente sem nenhuma conexão com os outros, mas constituí-los num povo, que o conhecesse na verdade e santamente o servisse. Escolheu, por isso, Israel como seu povo. Estabelecendo com eles uma aliança... Tudo isso, porem, aconteceu em preparação e figura para aquela nova e perfeita aliança que se estabeleceria em Cristo...Esta é a Nova Aliança, isto é o Novo Testamento em seu sangue, chamando entre judeus e gentios um povo que junto crescesse na unidade, não segundo a carne, mas o "Espirito".

782. Características do Povo de Deus:

  • O povo de Deus tem características que o distingui nitidamente de qualquer agrupamento. 
  • Ele é o povo de Deus. Este povo tem  por cabeça Jesus Cristo (ungido, Messias); pelo fato de a mesma unção, o Espirito Santo, fluir da cabeça para o corpo, ele é o povo "Messiânico|".
  • A pessoa torna-se membro desse corpo, não pelo nascimento físico, mas pelo nascimento do alto," da água e do espirito"(Jo 3,35), isto é, pela fé em Cristo e pelo Batismo.
  • A condição deste povo é a dignidade e liberdade dos filhos de Deus; nos corações como em um templo, reside o Espirito Santo.
  • Sua lei é o mandamento novo de amar como Cristo nos amou. "É a lei nova do Espirito Santo".
  • Sua missão é ser o sal da terra e a luz do mundo. Ele constituiu para todo genero humano o mais forte gene de unidade , esperança e salvação.
  • Finalmente sua meta é o Reino de Deus, iniciado na terra por Deus mesmo, Reino a ser estendido mais e mais até que no fim dos tempos, seja consumado por Deus mesmo.

    783 -Jesus Cristo é aquele que o Pai ungiu com o Espirito Santo e que constitui uma raça eleita, um sacerdócio, régio, uma nação santa(1Pd 2, 9). Portanto, Sacerdote, Profeta e Rei, o povo de Deus inteiro, participa dessas três funções de Cristo e assim a responsabilidade de missão e de serviço que dai decorrem.

    Todos os que renasceram em Cristo obtiveram pelo sinal da cruz, a dignidade real e pela unção do Espirito Santo, receberam a consagração sacerdotal. Por isso, não obstante, o serviço especial do vosso ministério, todos os cristãos foram instituídos de um carisma espiritual que os torna membros dessa família. 

    O desejo de Deus para seu povo é que ensinem os outros sobre Ele, seu desejo é que sejamos povo distintos, uma nação de pessoas que guia outras em direção á sua providencia, prometida no redentor , salvador Jesus Cristo.

Fontes de pesquisa: 

Bíblia sagrada

CIC- Catecismo da Igreja Católica


Ana Merice Nicolau Leite

G.O. Filhos de Maria

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

VIRTUDES DE NOSSA SENHORA (PARTE 2)


MARIA, EXEMPLO DE HUMILDADE PROFUNDA



Maria levou uma vida muito oculta, é por isso que é chamada pelo Espirito Santo e pela Igreja de “Alma Mater”, mãe escondida e secreta. A sua humildade foi tão profunda que não teve na terra atrativo mais poderoso, nem mais contínuo, do que ocultar-se a si mesma e perante toda criatura, para que só Deus a conhecesse. A fim de atender aos pedidos que ela lhe fez, para que a ocultasse, empobrecesse e humilhasse, aprouve a Deus ocultá-la na sua conceição e nascimento, na sua vida, mistérios, ressurreição e assunção, aos olhos de quase toda a criatura humana. Seus próprios pais não a conheciam e os Anjos perguntavam muitas vezes entre si: “Quem é esta?”, porque o Altíssimo a ocultava; ou, se alguma coisa lhes revela a seu respeito infinitamente mais lhe encobria. [1]

Assim sendo, Deus Espírito Santo comunicou a Maria, sua fiel esposa, os seus dons inefáveis. Ele quis que tudo recebêssemos por Maria. Desta forma é enriquecida, elevada e honrada pelo Altíssimo, aquela que durante toda a vida quis ser pobre, se humilhou e escondeu até o mais profundo nada, em sua extrema humildade. [2]

 Maria sabia reconhecer-se como humilde serva, sentia-se nada diante do Senhor, sem vaidade nenhuma oferecia ao Senhor os louvores que recebia e não havia nada em seu coração que centrasse nela própria. Ela era simples, todos seus atos eram feitos no silêncio e no escondimento. A humildade de Maria é a principal virtude que esmaga a cabeça do demônio. Nossa Senhora nunca se esqueceu de que tudo nela era dom de Deus. Mas se alegrava em servir ao próximo e se colocava sempre em último lugar. [3]

Maria não tinha desejo de ser reconhecida, não buscava atenção para si, ela sabia que era Jesus o Rei dos Reis, queria ser pequena e nunca buscou seus próprios interesses, ela nem mesmo os tinha. Era toda de Deus e sendo toda de Deus não pensava em outra coisa se não ser pequena e fiel a Sua Santa Vontade. Que nossa Senhora nos ensine, quebrando o nosso orgulho, a buscarmos cada vez mais sermos humildes e pequenos diante de Deus e dos homens, pois a humildade se opõe a soberba. “Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva…” (Luc. 1,48) “Derrubou os poderosos de seus tronos E exaltou os humildes.” (Luc. 1,52). Deixemos nosso orgulho e nossos desejos do nosso querer, nossas vaidades, nosso egoísmo de olhar sempre para nós e que passemos a olhar as coisas do alto, buscando no silencio e no amor ao próximo nos doar cada vez mais em amor que não se cansa de amar e de servir, que tenhamos cada vez mais o desejo de diminuir a nós mesmos  para que Jesus cresça, por vezes mortificando nossa carne, nosso ego, e nos humilhando para que possamos ter um coração moldado a Maria, um amor desinteressado pra si, mas totalmente entregue a Vontade de Deus.

 Rogai por nós santa mãe de Deus
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém!


Autora: Jéssica

Referencias

[1] Cf. São Luís M.ª G. de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. 5.ª ed., Lorena: Cléofas, 2015, pp. 15, n. 2.

[2] Cf. São Luís M.ª G. de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. 5.ª ed., Lorena: Cléofas, 2015, pp. 27, n. 25.

[3] Imitando as Virtudes de Maria. https://comshalom.org/imitando-as-virtudes-de-maria/

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

VIRTUDES DE NOSSA SENHORA

                                      MARIA, SERVA DO SENHOR.



“Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”.
(Lc 1, 38)

Querendo o Senhor não nos deixar sozinhos na caminhada e espera de sua vinda gloriosa, nos deu Maria por mãe e entregou-nos também a ela como filhos amados para melhor vivermos o tempo terreno e buscar a cada dia os tesouros da eternidade. Essa entrega vai além, muito além de nossa imaginação e ciência. Maria, nossa mãe, é também nosso exemplo principal de virtudes e amor a Deus! Buscando conhecer mais de suas virtudes vamos refletir hoje sobre sua obediência cega ao Senhor!

Quando o Arcanjo Gabriel vai até Maria, a saúda e lhe conta os planos de Deus, sem exitar e prontamente aberta a Vontade do Pai lhe dá como resposta:

                Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a sua palavra.” (Lc 1,38).
Se o próprio São Paulo não temeu dizer aos fiéis de Corinto: “Tornai-vos meus imitadores” (1Cor 11, 1), que motivo teríamos nós para recear tomar como modelo aquela que, maior do que todos os Apóstolos, imitou da maneira mais perfeita possível as virtudes do nosso Redentor? Maria é, portanto, o molde com o qual Deus quer formar os seus santos, é a “fôrma” em que somos lançados para adquirir o formato e a figura de Jesus. [1]

Maria disse seu “sim” a Deus e ao projeto da salvação, livremente, por obediência a vontade suprema de Deus. Um “sim” amoroso, numa obediência perfeita, sem negar nada, sem reservas, sem impor condições. Durante toda a vida Nossa Mãezinha foi sempre fiel ao amor de Deus e em tudo o obedeceu. Ela também respeitava e obedecia as autoridades, pois sabia que toda a autoridade vem de Deus[2]. Que também nós possamos livremente e por amor dizer o nosso SIM incondicional ao amor de Deus, aos seus planos, ao Seu projeto de Salvação, de vida e santidade. Como Maria não tenhamos medo de assumir o lugar que Deus tem em seu coração para cada um de nós, para nossas famílias, nossas comunidades, nossos lares.  Peçamos ao Senhor a Graça de ter um coração cada vez mais cheio de amor por Maria, um coração desejoso de imitar suas virtudes e buscar viver com retidão tudo o que Nossa Mãe nos ensina, porque assim amaremos cada vez mais a Jesus e buscaremos cada vez mais estarmos cheios do Espirito Santo. Pois quanto mais numa alma o Espirito Santo encontra Maria, sua amada e inseparável esposa, tanto mais operante e poderoso se torna para formar  Jesus Cristo nessa alma e essa alma em Jesus Cristo.[3]

Pois o amor a Maria e suas virtudes nos levam a busca da perfeição no amor ao próprio Deus.
           Que Nossa Senhora interceda por nós e nos ensine a viver a santa obediência a Deus, a Igreja e as nossas autoridades.

Santa Maria, Rogai por nós!

Referencias:

[1] https://padrepauloricardo.org/aulas/a-imitacao-das-virtudes-de-maria
“A imitação das virtudes de Maria”

[2] pt.aletéia.org. “8 virtudes de Maria e como viver cada uma delas.”

[3] Cf. São Luís M.ª G. de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. 5.ª ed., Lorena: Cléofas, 2015, pp. 25, n. 20.

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

O PÃO QUE DÁ A VIDA AO MUNDO

 


"Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente.E o pão que eu darei é minha carne,entregue pela vida do mundo." (João, 6,51)


A Eucaristia é a fonte e o ápice de toda a vida cristã (CIC 1324), é o tesouro da igreja. Nela está contida a presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo, o cordeiro de Deus que tira todo o pecado do mundo.

O Senhor, sabendo que era chegada a sua hora e que deveria partir para junto do Pai, quis permanecer conosco até o fim, e dessa forma por amor a humanidade se fez pequeno, um pedaço de pão, para nos dar a graça de permanecermos com ele.

A cada missa Ele nos torna participantes do seu Santo sacrifício, juntamente com toda a igreja, renovando em cada um de nós essa aliança eterna que nos fortalece na caminhada, e alimenta em nossos corações a certeza do céu.

É Ele o cordeiro imolado, o sacrifício perfeito, que deu-se inteiramente em favor dos nossos pecados e nos abriu as portas do céu, aquele que mesmo em sua grandeza quis tornar-se tão pequeno e tão simples a ponto de romper todos os obstáculos que nos distanciavam dele, para vir fazer morada em nossos corações, como já dizia São João Maria Vianey " cada hóstia é feita para se consumir de amor em um coração humano".

Ao participarmos deste santo sacramento tenhamos a certeza de que é o próprio Cristo que estamos recebendo, o pão que desce do céu para nos dar vida, não uma vida corruptível, mas uma vida eterna. Que ao vivermos essa união de amor seja infundido em nossos corações o desejo do céu para que um dia possamos contemplar nosso Deus face a face.


Ivana Marçal

G.O Filhos de Maria.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Maria, modelo de santidade e exemplo para a missão.



Desde toda a eternidade, Deus em sua infinita sabedoria, predestinou Maria para ser a mãe do salvador. Ela foi escolhida desde a concepção, para ser aquela que acolheria em seu ventre e em seu coração o verbo encarnado. O Senhor também escolhe a cada um de nós, nos tornando seus discípulos e assim como fez com João, o discípulo amado, dando-lhe Maria por mãe, o mesmo faz com cada um de nós, para que possamos nos espelhar nela.

Nossa Senhora era uma mulher contemplativa, que vivia na simplicidade de sua vida, a comunhão plena com Deus. Por sua humildade, reconhecia-se incapaz de fazer grandes coisas, mas por sua confiança sabia que o Senhor era capaz de realizar tudo o que quisera através dela. Por isso, ao receber a visita do anjo Gabriel, confiou e abandonou-se inteiramente aos planos do Senhor para sua vida. Soube doar-se, sem reservas, indo ao encontro daqueles que mais necessitavam como fez ao sair apressadamente ao encontro de sua prima Isabel que já se encontrava no sexto mês de gestação. Ou ainda naquela festa de casamento em Caná da Galileia, onde percebendo que não havia mais vinho, apresentou a necessidade daquele povo a seu filho Jesus, intercedendo assim pelo milagre.

Maria, é aquela que mesmo no auge da dor, ao ver seu filho amado pregado na cruz, soube silenciar e participar de forma plena de todo o seu sacrifício em favor da humanidade, vivendo cada uma de suas dores na alma. A palavra de Deus nos afirma que ela era uma mulher do céu, que mantinha os olhos fixos no Senhor e por assim ser, deixou-se modelar por Ele. Soube ser obediente e por amor nada queria para sua vida a não ser o querer de Deus. Que a exemplo de Maria, façamos de nossa vida uma oferta verdadeira de amor.

Autor (a): Ivana Marçal.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Eucaristia, alimento na caminhada. Certeza do Céu!

"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele." - João 6,56.

Nosso Senhor Jesus Cristo na Sua grandeza infinita, nos amou tanto que, se fez pequeno em um pedaço de pão para nos alcançar na nossa miserável condição de pecador. 

Assim sendo, se permitiu ser mais que tocado, mas se fez para nós como um esposo para com sua amada, se uniu a nós em uma só carne, em um só corpo, dando a a criatura a grande graça de permanecer Nele em uma unidade sobrenatural.

Jesus se inclina até nós com um ato de humildade e misericórdia como fez com a prostituta, se inclinou até ela, para que ela ali naquele ato de amor quando igualada aos olhos dele, se sentisse amada, alcançada por um cuidado jamais sentido. E ao levantar, Jesus não levanta sozinho, levanta com ela e vos dá a graça do perdão, do recomeço.

Hoje podemos encontrar esse mesmo Jesus na santa Eucaristia, ao comungar do corpo vivo de Cristo mais uma vez oferecido ali na Santa Ceia como Sacrifício de amor, podemos ver Jesus mais uma vez se inclinar até nós, e quando olhamos para Ele temos mais uma vez a alegria do Cristo Ressuscitado. Ao comungarmos podemos ouvir a promessa de Jesus que soa dentro de nós, "E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos". Mateus 28, 20.

Quem se deixa conduzir por esse amor, e se envolve por esse mistério de salvação, encontra um sentido novo para a vida, aliás, ninguém jamais se encontrou com Jesus, olhou nos olhos d'Ele e continuou do mesmo jeito, o novo de Jesus nos leva a Salvação.


Autor (a): Fernanda Venâncio.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A chaga secreta e dolorosa que o Padre Pio só revelou em vida ao futuro Papa João Paulo II


Uma conversa misteriosa de futuro santo para futuro santo



São Padre Pio de Pietrelcina foi um dos pouquíssimos santos que experimentaram no próprio corpo os sinais visíveis e tangíveis da Paixão de Cristo.

O mistério dos estigmas de Cristo sofridos pelo santo incluía também as mesmas dores terríveis da chaga das costas, confirmando o que tinha sido revelado diretamente por Jesus a São Bernardo sobre essa ferida dolorosíssima.

A descoberta sobre as dores terríveis sofridas pelo Padre Pio na altura dos ombros foi feita depois da sua morte por um amigo e filho espiritual do sacerdote, o frei Modestino de Pietrelcina.

Esse frade leigo, conterrâneo do Padre Pio, ajudava o santo em ocupações de caráter doméstico. O padre lhe tinha dito, em certa ocasião, que sentia uma das suas maiores dores na hora de trocar de camisa. Frei Modestino pensava que ele se referisse à dor de desgrudar a camisa do ferimento no lado – e só entendeu de qual chaga realmente se tratava quando foi reorganizar as vestes do santo, já falecido, em 4 de fevereiro de 1971.

Nessa data, o padre guardião do convento encarregara ao frade recolher tudo o que tinha sido usado pelo Padre Pio e guardar esses itens em sacos de nylon. Foi então que ele encontrou a camisa com uma grande mancha na altura do ombro direito, perto da clavícula. A mancha tinha cerca de 10 centímetros: mais ou menos o mesmo tamanho da que vemos no Santo Sudário. Tirar a camisa deve ter causado dores realmente intensas ao Padre Pio se a chaga estava em carne viva e os ossos ainda estavam quebrados. Não se sabe, porém, se essas fraturas foram observadas no esqueleto do padre quando de sua morte.

“Relatei essa descoberta imediatamente ao padre superior”, recorda o frei Modestino. “Ele me disse para escrever um breve relato. O padre Pellegrino Funicelli, que tinha auxiliado o Padre Pio durante anos, também me disse que, ao ajudá-lo algumas vezes a trocar a camisa de lã, quase sempre notava, ou no ombro esquerdo ou no direito, um ferimento circular”.

A dor e o perfume


O frade prossegue seu relato:

“Uma confirmação importante me veio do próprio Padre Pio. Uma noite, antes de dormir, eu lhe fiz com muita fé esta oração: ‘Padre, se tinhas mesmo a chaga no ombro, dá-me um sinal’. Adormeci. Mas, exatamente à uma e cinco daquela noite, quando eu dormia tranquilamente, uma dor aguda no ombro me fez acordar de repente. Era como se alguém tivesse me atingido com uma faca no osso da clavícula. Se aquela dor tivesse durado mais alguns minutos, eu acho que teria morrido. Ao mesmo tempo, ouvi uma voz que me dizia: ‘Foi assim que eu sofri’. Um perfume intenso me envolveu e encheu toda a minha cela. Senti o coração transbordando de amor de Deus e tive também uma sensação estranha: ser privado daquele sofrimento insuportável era ainda mais doloroso que a própria dor. O corpo queria rejeitá-la, mas a alma, inexplicavelmente, a desejava. Era ao mesmo tempo dolorosíssima e doce. Eu finalmente tinha entendido!”.

O encontro com o futuro Papa João Paulo II


Ninguém jamais soube daquela chaga, com exceção apenas do futuro Papa João Paulo II. E, se o frade santo só a revelou a ele, é porque alguma razão devia ter.

O livro “A Autobiografia Secreta“, organizado por Francesco Castelli, historiador da postulação da causa de beatificação de João Paulo II e professor de História Moderna e Contemporânea da Igreja em Taranto, no sul da Itália, informa que o cardeal Andrzej Maria Deskur tinha contado, numa entrevista, sobre um encontro em San Giovanni Rotondo, em abril de 1948, entre o então padre Karol Wojtyla e o fradre que experimentava os estigmas da Paixão.

Foi naquela ocasião que o Padre Pio contou ao futuro Papa da existência da “chaga mais dolorosa“.

Fonte: http://pt.aleteia.org/2016/12/08/a-chaga-secreta-e-dolorosa-que-o-padre-pio-so-revelou-em-vida-ao-futuro-papa-joao-paulo-ii/

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Festa da Imaculada Conceição.

    Hoje a Igreja celebra o dia de Nsra. da Imaculada Conceição. Como o próprio nome já diz, Imaculada (Sem mancha, sem mácula) desde a sua Concepção. Desde a Igreja Primitiva os nossos primeiros Cristãos já pregavam isso, como Santo Efrem no Século IV e Santo Agostinho no Século V. Mas que só veio a ser proclamado Dogma no ano de 1854 pelo Papa Pio IX.

   Durante Séculos, vários santos da Igreja e teólogos pregavam que Deus preservou Maria de toda mancha do pecado original, desde o seu primeiro instante de concepção no ventre de sua mãe, quando então cheia da Graça de Deus viveu intensamente a Graça Santificante pelo méritos de seu Filho Jesus. A concepção Imaculada de Maria foi fruto da Redenção de Cristo por meio de antecipação. Ou seja, ela foi Salva por Jesus no Kairos (tempo da Graça), enquanto a ato salvífico de Nosso Senhor ainda não havia acontecido no Crhonos (O nosso Tempo). Assim como nós fomos salvos por Ele sem que estivéssemos presentes no momento da Redenção na Cruz (Crhonos) pois o sacrifício de Cristo transcende todo o espaço do tempo. A Redenção foi para todos e experimentamos isso no Kairos (no tempo da Graça). Assim também aconteceu com Maria. Porém, diferentemente dos outros, o sacrifício salvífico de Cristo foi para Maria um ato de preservação de todo o pecado; enquanto que para outros foi um ato de libertação. Pois assim, como o seu Filho Jesus Cristo não teve pecado assim, também Ele deveria vir de alguém que não tivesse pecado. Por isso, Deus a preservou desde sempre de todo Pecado.

       Na Sagrada Escritura, podemos perceber isso quando o Arcanjo Gabriel Saúda a Maria Santíssima Dizendo: " Ave Cheia de Graça  Senhor é contigo. Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação. O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontrastes Graça diante de Deus." (Lucas 1, 28-30) Nesta saudação do Arcanjo a Maria, encontramos aí a identidade de Maria. O Arcanjo não chamou apenas de Maria, mas sim "Ave cheia de Graça". Reconhecendo Maria como Rainha, pois a Saudação "Ave" era dirigida apenas para os Reis e Rainhas, vemos aí Maria Mãe de Cristo e filha de seu Filho. Mas podemos perceber de forma mais concreta o restante da saudação do Arcanjo ao dizer cheia de graça. Não tem como estar cheio da Graça de Deus se o pecado habita. Não tem como estar cheio da Graça de Deus se se vive escravo do Pecado. É por isso que percebemos que Maria foi redimida de uma forma mais sublime ainda por seu Filho; ela é cheia de Graça antes mesmo da Encarnação de Jesus Cristo. Comprova mais uma vez, aquilo que já falamos acima sobre a Imaculada Conceição de Maria.

        A santidade de Maria tem também uma característica particular, que a coloca acima de qualquer pessoa do Antigo e do Novo Testamento. É uma Graça incontaminada. É por isso, que a Igreja Latina a chama de "Imaculada" e a Igreja Oriental de "Toda Santa" (Panaghia).

         Foi o que confessou o Papa Pio IX ao proclamar o Dogma da Imaculada Conceição de Maria no ano de 1854, ao dizer: 
                
               "Por uma Graça e favor singular de Deus onipotente e em previsão dos Méritos          de Jesus Cristo, salvador de todo o Gênero Humano, a Bem Aventurada Virgem                 Maria foi preservado intacta de toda a mancha do Pecado Original no primeiro instante        da sua concepção." (DS 670)

       Quatro anos depois, nas aparições de Nossa Senhora à Santa Bernadete em Lourdes no ano de 1858, quando indagada por a menina sobre quem era, ela respondeu: "Eu sou a Imaculada Conceição". Confirmando assim o Dogma proclamado pelo Papa Pio IX. 


Nossa Senhora Imaculada Conceição, rogai por nós!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

“Odor suave” e “perturbações eletromagnéticas”: abertura do sepulcro de Cristo surpreende observadores.


Um evento histórico marcado pelo mistério
Nos dias 26, 27 e 28 de outubro de 2016, a grande pedra de mármore que sela o sepulcro de Cristo foi aberta. Somente um grupo de cientistas e religiosos teve acesso ao local, mas começaram imediatamente a correr mundo os rumores em torno ao acontecimento de proporções históricas.

O primeiro episódio a chamar a atenção foi protagonizado pelo “odor suave” que emanou do sepulcro, semelhante às manifestações olfativas associadas a alguns santos. Além disto, certos instrumentos de medição empregados pelos cientistas sofreram alterações devido a “perturbações eletromagnéticas”: assim que eram colocados na vertical sobre a pedra em que tinha repousado o corpo de Cristo, os aparelhos paravam de funcionar ou funcionavam mal.

Marie-Armelle Beaulieu, chefe de redação da Terre Sainte Magazine, conseguiu autorização para visitar o local e se mostra circunspecta quanto aos rumores associados ao “odor suave”. Além de opinar que um odor é facilmente sugestionável, ela relata que não percebeu nenhum aroma particular. De fato, durante a abertura anterior do sepulcro, que foi parcial e esteve a cargo do arquiteto Nikolaos Komnenos em 1809, o cronista da época também fez menção a um “doce aroma”. As pessoas que se interessam pelo Santo Sepulcro conhecem bem esse texto, o que torna mais provável a tese da autossugestão ligada ao odor.

Já no tocante às perturbações eletromagnéticas registradas pelo instrumental científico, Marie-Armelle Beaulieu se mostra bem menos cética: o fenômeno, afinal, foi confirmado a ela própria por um dos cientistas autorizados a acessar o sepulcro. A este propósito, a diretora de obras Antonia Moropoulou observou, enfaticamente, que é difícil um profissional relevante colocar a própria reputação em risco por conta de um “truque publicitário”. A jornalista ainda testemunhou a surpresa dos cientistas durante a abertura da pedra: eles esperavam que a tumba estivesse em um nível muito mais baixo do que estava de fato. Acontece que as análises prévias parecem ter sofrido distorções provocadas pelas perturbações eletromagnéticas do sepulcro de Cristo – e para apontar os motivos de tal fenômeno sobram especulações, que variam entre o mais elaborado e o mais ridículo.

A abertura da pedra frontal e a revelação da pedra interna sobre a qual teria repousado o corpo de Cristo demonstraram a conformidade do sepulcro com os costumes fúnebres dos judeus do século I. Mas, segundo Marie-Armelle Beaulieu, o essencial está em outro aspecto. “Para mim seria extraordinário se os peritos conseguissem demonstrar que esta pedra foi mesmo o local em que se colocou o corpo de Cristo, mas, mesmo que eles provassem o contrário, ela ainda continuaria sendo um sinal da Ressurreição”.

A jornalista que fez parte do privilegiado grupo a entrar no Santo Sepulcro mora em Jerusalém há 17 anos e confessa:

“A igreja do Santo Sepulcro é um local desconcertante. No começo eu não gostava muito dela. Esperava uma igreja linda e encontrei esse lugar de arquitetura estranha, que não lembra em nada as cenas bíblicas. Não há nenhum rastro do jardim, por exemplo. Mas, com o tempo, fui desenvolvendo um apego durante as procissões de que participo com os franciscanos. Não é um lugar para visitar, mas para orar. Graças a um religioso, eu pude entrar até a rocha que sustentou o corpo de Cristo, algo que nunca teria imaginado! Eu me senti num estado estranho, como que sem gravidade, mas me lembro de todos os detalhes. Nunca mais irei ao Santo Sepulcro da mesma forma”.

“Agora já recolocaram a pedra de mármore e só é possível ver a cripta parcialmente, através de uma abertura (protegida com um cristal blindado, ndr). Mas eu sei que a pedra está lá. Eu tinha o costume de fazer uma genuflexão diante do túmulo de Cristo, mas depois refleti e achei que isso é absurdo, porque lá não há mais nenhuma Presença real! E diante da santa Eucaristia que devemos fazer a genuflexão! Mas, no Santo Sepulcro, diante desse túmulo, há uma ‘Ausência real’. Um túmulo vazio! Um milagre diante do qual todo joelho se dobra, no Céu, na terra e nos infernos”.

Fonte: http://pt.aleteia.org/2016/11/10/odor-suave-e-perturbacoes-eletromagneticas-abertura-do-sepulcro-de-cristo-surpreende-observadores/

sábado, 26 de março de 2016

Noite Santa; vitória de Cristo sobre a morte!


Foto: Canção Nova.

"Irmãos, nesta Noite Santa,
em que nosso Senhor Jesus Cristo passou da morte à Vida,
a Igreja condia os seus filhos dispersos por toda a terra
a se reunirem em vigília e oração.
Se comemorarmos a Páscoa do Senhor 
ouvindo Sua Palavra e celebrando Seus Mistérios,
podemos ter a firme esperança
de participar do Seu Triunfo sobre e Morte
e de Sua Vida em Deus!" (Vigília Pascal latina)

"Na graça desta Noite o Vosso Povo
acende um sacrifício de louvor!
Acolhei, ó Pai santo, o Fogo novo:
não perde ao dividir-se o seu fulgor!
O círio que acendeu as nossas velas
possa esta Noite toda fulgurar!
Misture sua luz à das estrelas,
cintile quando o dia despontar!
Que ele possa agradar-Vos como o Filho,
que triunfou da Morte e vence o Mal:
Deus, que a todos acende no Seu brilho
e um Dia voltará Sol triunfal!" (Vigília pascal latina)


O Prodígio do Espinho de Cristo.




Uma curiosidade, pouco ainda conhecida por boa parte dos Católicos; é a existência de um Espinho que acredita ser que foi tirado da coroa de Nosso Senhor. Porém o mais prodigioso é que toda vez que a Sexta - Feira Santa e a Solenidade da Anunciação coincidem, este espinho derrama sangue. E este ano, Ano da misericórdia, não foi diferente. O Espinho sangrou!

Este espinho encontra se na localidade italiana de Andria que segundo a Tradição foi parte da Coroa de Espinhos Cristo. Quando o dia da Anunciação, 25 de Março, coincide com a Sexta - Feira Santa como aconteceu este ano 2016, o chamado Espinho Sagrado derrama sangue. E ontem o prodígio se repetiu.

Segundo a CDI Digital, somente dois anos em cada século o 25 de Março coincide com a Sexta - Feira Santa. A ultima vez que este Milagre aconteceu, foi no ano de 2005, poucos dias antes da morte de São João Paulo II. A próxima vez será no ano de 2157.




sábado, 19 de março de 2016

Domingo de Ramos e sua importância



A entrada solene de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações...



A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, onde a Igreja celebra a entrada de Jesus em jerusalém montado em um jumentinho - aqui representa o simbolo da humildade - e aclamado pelo povo simples, que O aplaudia como "Aquele que vem em nome do Senhor". Esse povo presenciou inúmeros milagres de Jesus, e a poucos dias Jesus tinha ressuscitado Lázaro de Bethânia, todos estavam maravilhados. O povo tinha a certeza de que era o Messias anunciado pelos profetas; mas esse mesmo povo tinha se enganado no tipo de Messias que era o Cristo. Pensava que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver - lhe o apogeu dos tempos de salomão.

Para deixar claro que Ele não era um Messias temporal e político, Jesus entra em Jerusalém, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados deste mundo, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena. Cristo não é Rei deste mundo! Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o inicio a Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo.

Por isso, abaixo explico um pouco o sentido desta celebração:

Os ramos: Lembram o nosso batismo, significa a vitória: "Hosana ao Filho de Davi: Bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas".

Procissão de Ramos: mostra a peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus.

Entrada "solene" de jesus em Jerusalém:  foi um preludio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora vira as costas a Ele e muitos pedem a Sua morte.

O Domingo de Ramos ensina - nos que a luta de Cristo e da Igreja é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei Sagrada de Deus. Contra "a ditadura do relativismo", como disse Bento XVI, que impera.Nos ensina que seguir Cristo é renunciar a nós mesmo,