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quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Graças ao Padre Pio, deixou de ser músico de cabaré e agora é sacerdote no Iraque

Foto: Pio Pietrelcina – Padre Jean Marie Benjamin / Domínio Público - Facebook Jean Marie Benjamin

O site do Aci digital, trouxe hoje um lindo testemunho de conversão do Padre Jean Marie Benjamin, que se converteu e encontrou a sua vocação por meio de São Padre Pio. Abaixo, veja a integra da notícia:

REDAÇÃO CENTRAL, 22 set. 21 / 06:00 am (ACI).- O padre Jean Marie Benjamin é um francês que teve um intenso e inesquecível encontro com padre Pio de Pietrelcina na década de 1960. Depois dessa ocasião que marcou a sua vida para sempre, deixou de ser músico de cabaré para tornar-se sacerdote.

Em 1968, Benjamin tinha pouco mais de 20 anos, levava uma vida libertina em Paris e trabalhava como músico em um cabaré. Queria dedicar-se totalmente à música. Naquela época, já tinha gravado dois discos e estava compondo sua primeira sinfonia.

Um dia, conforme contou à ACI Stampa – agência em italiano do Grupo ACI –, foi jantar na casa de um amigo e na biblioteca encontrou um livro sobre o padre Pio. Recordou que ao ver a foto do frei na capa, esta “atraiu seu olhar”. Pediu o livro emprestado, leu em uma noite e decidiu ir a San Giovanni Rotondo, na Itália.

Quando chegou à cidade, conheceu na hospedagem Marco, um professor de literatura que também queria ver o padre Pio. Este lhe aconselhou que se queria confessar-se com o frade capuchinho, devia ir à missa das 5h e conseguir uma entrada. Também lhe comentou que já não confessava os estrangeiros, mas o animou para que tentasse.

No dia seguinte, Benjamim foi à Missa. Recordou que o padre Pio estava em uma cadeira de rodas, muito idoso e encolhido pela dor dos estigmas e, apesar disso, “todos o olhavam com admiração. A emoção era grande”.

O momento da consagração “era impossível de descrever. Não há palavras nem expressões para dizer com exatidão o que estava acontecendo”, porque além disso os pássaros que estavam nas janelas do templo permaneciam em silêncio.

Benjamin não conseguiu um ingresso, mas Marco lhe entregou o seu que já não usaria. Entretanto, o frei dos estigmas não atendeu confissões durante os três dias seguintes porque estava muito cansado e mal de saúde.

No domingo, 8 de março, quando abriram a porta do templo, Benjamim correu e sentou-se na primeira fila para a confissão.

Quando chegou a sua vez, o padre Pio lhe perguntou lentamente como se soubesse que não entendia o italiano: “Há quanto tempo você não se confessa?”. Benjamin lhe contou sua história em francês. O sacerdote repetiu a pergunta e ele respondeu que não o recordava.

“Padre Pio levantou a mão direita, a esquerda e a mexeu três, quatro vezes, fazendo um barulho que parecia longo. Em seguida me disse o dia, o mês e o ano de minha última confissão. Foi em 13 de julho de 1961, em Costa de Marfim, quando viajei à África com meus pais”, relatou à ACI Stampa.

Depois de um longo silêncio, o jovem pediu a bênção do padre Pio e este lhe disse olhando profundamente nos olhos: “Procura um sacerdote francês”. Benjamim tocou seus estigmas e sentiu “um calor impressionante” e a forte presença de Deus.

Regressou para Paris sentindo-se renovado pelo encontro com o padre Pio que lhe “havia dado como uma força nova”, sobretudo “em meu interior”.

No dia 23 de setembro de 1968, o padre Pio faleceu e a notícia entristeceu Benjamin, não podia acreditar e chorou. Então, recordou o que o frei capuchino lhe disse, para procurar um sacerdote francês para confessar-se.

“Não havia feito e nem sequer havia pensado nisto. Mas logo fui pegar um metrô para descer em qualquer estação, caminhar e entrar na primeira igreja”, recordou.

Assim o fez. Desceu em Notre Dame des Victoires, entrou na primeira igreja e viu dois confessionários vazios. Entrou em um e disse ao sacerdote: “Padre lhe digo a verdade, não vim apenas confessar-me, mas também da parte do padre Pio”.

O sacerdote escutou o relato de Jean Marie e lhe disse: “É muito belo tudo o que te aconteceu. Além disso, ninguém havia dado meu nome para que venha me buscar. Com certeza foi o padre Pio que te guiou. Sabe por que estou dizendo isto? Porque sou o padre Reveilhac, responsável da coleta de recursos na França para a Casa do Alívio do Sofrimento, como se chama o hospital do padre Pio. Além disso, há 30 anos vou duas vezes ao ano a San Giovanni Rotondo e visito o padre Pio”.

O padre Reveilhac se tornou diretor espiritual de Jean Marie Benjamin e o ajudou a crescer na fé e na vida espiritual. O jovem sentiu o chamado ao sacerdócio, mas o presbítero lhe disse que devia esperar porque sua vocação ainda não havia amadurecido.

“A resposta foi dura, mas com o tempo entendi que o padre Reveilhac tinha razão: não sabia se poderia mudar o meu estilo de vida imediatamente, deixar a música, a composição, o estúdio de gravação, os concertos”, comentou.

Pouco a pouco, foi se dedicando a outras atividades. De 1983 a 1988, Benjamim foi funcionário do Escritório das Nações Unidas em Gênova, uma de suas responsabilidades foi organizar eventos do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Em março de 1988, deixou seu trabalho e retornou a San Giovanni Rotondo, ali tomou a decisão de ser sacerdote. Foi ordenado em 26 de outubro de 1991. Neste mesmo ano, tornou-se assistente do cardeal italiano Antonio Casaroli, enviado especial do Vaticano para missões diplomáticas e secretário de Estado emérito.


Deixou o cargo em 1994 e no ano seguinte produziu seu primeiro filme sobre o padre Pio, difundido pela Rádio Televisão Italiana (RAI).

Em 1998, viajou ao Iraque para produzir um documentário sobre as culturas ancestrais e, ao ver a precária situação da população que sofria os efeitos da radiação emitida pelo urânio utilizado nas armas dos Estados Unidos e da Inglaterra, decidiu dedicar-se ao trabalho humanitário e denunciar aos meios de comunicação que ignoravam este drama.

Viajou várias vezes a este país do Oriente Médio entre 1998 e 2003. Depois publicou três livros e produziu dois documentários acerca destas viagens.

Ao longo de sua vida também produziu vários concertos e peças corais inclusive um CD de música pop sobre o Iraque. Compôs trilha sonora para vários filmes franceses e italianos.

Em 2003, organizou o encontro na Itália entre o papa João Paulo II e Tareq Aziz, o primeiro-ministro iraquiano. Atualmente continua dedicando-se ao trabalho humanitário no Iraque e aos diversos temas sobre o meio ambiente.

REFERENCIA:

https://www.acidigital.com/noticias/gracas-ao-padre-pio-deixou-de-ser-musico-de-cabare-e-agora-e-sacerdote-no-iraque-73873

sábado, 14 de agosto de 2021

Vocação: Um chamado de Amor!

 


Agosto, o mês das vocações.

  

    Certamente você se questiona sobre a sua vocação querendo, muitas vezes, entender até mesmo o que é uma vocação, como descobri-la, como saber a quê o Senhor te chama.  

    Esse texto é um convite a te fazer entender melhor sobre esse tema, uma leitura pela qual desejo que a Luz do Espírito Santo possa adentrar em seu íntimo e te fazer entender um pouco mais sobre a beleza da santidade.

 

No Brasil, desde 1981, o mês de Agosto é conhecido como o mês Vocacional. Tudo iniciou-se a partir da 19° Assembleia Geral da Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil(CNBB), onde ficou instituído esse mês como um mês voltado para orações e reflexões , sobre as vocações e a cada semana buscando dedicar-se mais a fundo a uma determinada vocação específica. 

A palavra vocação vem do latim, VOCARE, e significa “Chamado". Por tanto, é importante  compreender que o primeiro chamado que Deus faz a cada um de nós  é à santidade. “Deus nos deseja em Cristo antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante de seus olhos”(Ef 1.4), ou seja, essa é a primeira vocação de todos nós.  Agora, após  termos bem claro em nossas mentes que todos somos chamados a essa primeira vocação, vamos buscar entender em que lugar no mundo somos chamados a exercer, a viver a santidade.

Vamos juntos refletir sobre as vocações que são celebradas a cada semana durante esse mês de Agosto.

Primeira Semana- VOCAÇÕES SACERDOTAIS:





Durante essa semana, mais precisamente no dia 04, celebramos o dia de São João Maria Vianney, conhecido como Patrono dos Padres. Logo depois, dia 10 o dia de São Lourenço, Patrono dos diáconos.  Por esses motivos dedica-se a primeira semana de oração e reflexão  sobre a vocação  ao sacerdócio. Ao longo do tempo o Senhor suscita no coração de alguns homens o desejo de entregar sias vidas pela humanidade de uma forma totalitária, servindo e dedicando-se inteiramente como o Pastor que conduz as ovelhas para Cristo, na figura do Bom Pastor é chamado a levar as pessoas a terem um olhar voltando para o céu, para o eterno, caminhando lado a lado com suas ovelhas, cuidando, guiando e consolando seu povo.

Deus vive e precisa de homens que vivam para Ele e o levem aos outros. Sim, tem sentido tornar-se sacerdote: o mundo tem necessodade de sacerdotes, de pastores hoje, amanhã  e sempre enquanto exirtir.”

(Trecho da Carta aos Seminaristas, escrita pelo Papa Bento XVI em 2010).

 

  durante a SEGUNDA SEMANA do mês  temos o dia dos Pais, hoje celebrado no segundo domingo do mês, mas que por muito tempo foi celebrado no dia 16 de agosto, devido a ser o dia dedicado a São Joaquim, pai de Nossa Senhora. Com isso instituiu-se a semana dedicada a Vocação  Familiar.



A família é um dom de Deus, é a base de toda sociedade. O amor de Deus pelas famílias é muito claro durante toda a historia de seu povo. Estando presente nas escrituras desde o livro do Gênesis ao Apocalipse. Pois é a partir da Família  que surgem, nascem as outras varias vocações, dizia o saudoso Padre Léo.

Sabendo disso, precisamos ter claro que a família  não se torna e nunca será  uma forma de vida e vocação menos importante, pelo contrário, ela é fundamental para humanidade e a Igreja.

Os homens e mulheres que se sentem chamados ao matrimônio, doam suas vidas ao Senhor através do SIM diário a sua casa e ao projeto de Família segundo o coração de Deus. Na família, os pais são os primeiros pastores a que devem conduzir e alimentar os seus filhos segundo a fé.  São também chamados, como esposo e esposa, a doarem-se um ao outro em sua totalidade, buscando juntos caminharem para o céu, afinal já não são mais duas, mas uma só carne: “Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher, e os dois já não serão mais duas, mas uma só carne”(Gn 2.24).

Uma família santa se torna sinal de Deus em meio a um mundo tão ferido e denegrido pelo relativismo e ideologias vãs.  As famílias são chamadas, principalmente nos dias atuais, a ser sal da terra e luz do mundo. Pois famílias santas geram frutos de santidade.

Após refletirmos um pouco sobre essas duas vocações, convidamos você a se colocar em oração, rezando e intercedendo por todos aqueles que se sentem chamados a uma dessas formas de viver a santidade ou mesmo que já sabem e buscam viver sua vocação, pedindo ao Senhor para que os fortaleçam sempre mais, dando coragem e ânimo em seus corações para que sejam fiéis ao chamado de amor com o qual o próprio Deus os chama.

 

Deus abençoe você!

Jessica Oliveira

G.O. Filhos de Maria

Fontes:

 https://arqbrasilia.com.br/por-que-agosto-e-o-mes-das-vocacoes/#:~:text=Do%20latim%2C%20vocare%2C%20que%20significa,reflex%C3%B5es%20e%20a%C3%A7%C3%B5es%20nas%20comunidades.

 https://blog.cancaonova.com/vocacional/agosto-mes-das-vocacoes/

https://www.pelavida.redevida.com.br/blog/por-que-agosto-e-o-mes-das-vocacoes

https://cleofas.com.br/vocacao/

 http://www.loreto.org.br/familia-vocacao-do-amor/

terça-feira, 27 de julho de 2021

Morre Frei Marcellino, ultimo frade capuchinho assistente pessoal do Padre Pio.

Conforme anunciado pelo site Vatican News, na ultima segunda feira (26/07/21), faleceu o Frei Marcellino Lasenzaniro, o último dos frades a exercer a função de assistente do Padre Pio. 


Nascido em 13 de Junho de 1930 em Casacalenda (Campobasso), entrou para o convento aos 16 anos, emitindo os primeiros votos em 16 de setembro de 1947 e os votos perpétuos em 12 de Agosto de 1951. Quando estudava Teologia, em 1952, foi enviado para San Giovanni Rotondo para ajudar na gestão da correspondência em italiano, lugar onde conheceu o Padre Pio, permanecendo lá por dois meses e retornando no ano seguinte. Em 21 de Fevereiro de 1954, foi ordenado sacerdote da Santa Igreja, e em seguida obteve a Licenciatura em Teologia em Roma e anos depois formaou - se em Letras pela Universidade Católica do Sagrado Coração de Milão, no entanto, o estudo em Letras não era algo que ele desejava, mas sim, uma escolha dos seus superiores. Na dúvida sobre o que fazer, se obedecia seus superiores e ia estudar Letras, procurou o Padre Pio e conversou com ele sobre sua incerteza, e o Padre Pio respondeu: "Faça o que os Superiores disserem, senão você se arrependerá por toda a vida". E o Frei Marcellino obedeu.

Deus dotou de dons pessoais o Frei marcellino e aliado aos títulos obtidos ele pode servir melhor a Igreja e ao povo de Deus por meio do seu ministério sacerdotal, dedicando - se ao serviço dos estudantes em Sant'Elia, Pianisi e Campobasso como tutor, diretor espiritual, professor, prefeito de estudos, animador vocacional e bibliotecário. Além disso, tornou - se um pregador muito procurado devido as suas ricas catequeses e homilias com referências concretas da vida de Padre Pio. Deixou uma importante obra bibliográfica acerca da vida de Padre Pio em quatro livros: O Padre (três volumes); Padre Pio. Perfil de um Santo (dois volumes); Padre Pio fala de Nossa Senhora; Nossa Senhora na vida do Padre Pio.



A partir de 1995 passou a atender confissões com frequencia em San Giovanni Rotondo, e foi transferido de modo definitivo para lá em 2004, dedicando -se de modo integral ao Sacramento da Confissão e da Eucaristia.

Em 2018 foi diagnosticado com uma doença neurodegenerativa o que o debilitou progressivamente, perdendo primeiro suas habilidades mentais e depois seu equilíbrio físico. Faleceu na útima segunda feira aos 91 anos, e com certeza está na glória eterna adorando ao Senhor o qual buscou servir com tanto empenho neste mundo, e ao lado do seu grande amigo, São Padre Pio. Seu funeral foi realizado nesta terça - feira, às 11:30 (horário italiano), em San Giovanni Rotondo, e foi transmitido pela TV Padre Pio o qual você pode vê acessando o vídeo abaixo


 Que do Céu ele interceda por nós a Deus!

Autor: Darlan Dias.

Referências: 

https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2021-07/faleceu-frade-capuchinho-ultimo-assistente-padre-pio.html

https://www.youtube.com/watch?v=WiS-_9XaUNo


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Seminarista que salvou Eucaristia do ISIS volta ao local com o Santíssimo como Sacerdote.

Pe. Martin Baani/Foto: ACN Chile.


Roma, 19 Mai. 17 / 03:00 pm (ACI).- Em 2014, Martin Baani ainda era seminarista quando arriscou a sua vida para salvar o Santíssimo Sacramento e fugir de sua aldeia natal Karamlesh. Dois anos depois da libertação da cidade do controle dos terroristas do Estado Islâmico (ISIS), voltou com a Eucaristia ao seu povoado para servir como sacerdote.

Baani tinha 24 anos quando, no dia 6 de agosto de 2014, recebeu um telefonema de um amigo que lhe avisou que uma cidade vizinha havia caído nas mãos do ISIS e que Karamlesh seria a próxima.

Em seguida, o jovem foi até a igreja de São Addai e pegou o Santíssimo Sacramento para evitar que fosse profanado. Naquele dia, fugiu em um carro com seu pároco, Pe. Thabet e outros três sacerdotes.

Apesar das ameaças do ISIS, Baani optou por permanecer no Iraque em vez de fugir com a sua família para os Estados Unidos. Dirigiu-se ao Seminário de São Pedro localizado em Erbil, capital do Curdistão iraquiano.


Baani terminou seus estudos em setembro de 2016 e foi ordenado sacerdote junto com seis diáconos.

Segundo informações da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), aproximadamente 500 pessoas estiveram presentes na cerimônia de ordenação, que foi presidida por Dom Louis Raphaël Sako, Patriarca da Igreja Católica Caldeia. Naquele dia, o Pe. Martin Baani deu um discurso de agradecimento.

Poucos meses antes de sua ordenação, Baani disse à ACN: “Todos os dias vou aos campos de refugiados cristãos para acompanhar as famílias. Somos cristãos refugiados. O ISIS quer acabar com o cristianismo do Iraque, mas eu decidi ficar. Eu amo Jesus e não quero que a nossa história desapareça”.

Cerca de um ano depois, quando as aldeias da Planície de Nínive foram libertadas do poder do Estado Islâmico, o Pe. Baani confirmou novamente a sua decisão de permanecer no Iraque para “servir ao meu povo e à nossa Igreja. Agora estou feliz de poder celebrar a Missa no Iraque”.

“O Daesh (ISIS) estava prestes a ocupar o nosso povoado, fomos obrigados a ir embora. Eu fui o último a deixar Karamlesh, com o Santíssimo Sacramento em minhas mãos. Agora, gostaria de falar sobre a minha volta a Karamlesh. Fui o primeiro sacerdote que abençoou as pessoas na igreja da minha cidade natal”, expressou o presbítero.

Atualmente, a Fundação ACN planeja a reconstrução de cerca de 13 mil casas cristãs que foram destruídas pelo ISIS.

Há algumas semanas, realizaram uma “cerimônia das Oliveiras”, quando entregaram uma planta de oliveira aos donos das 105 casas cristãs nas aldeias de Bartella, Karamlesh e Qaraqosh, como símbolo de paz e reconciliação.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/seminarista-que-salvou-eucaristia-do-isis-volta-ao-local-com-o-santissimo-como-sacerdote-20227/

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A chaga secreta e dolorosa que o Padre Pio só revelou em vida ao futuro Papa João Paulo II


Uma conversa misteriosa de futuro santo para futuro santo



São Padre Pio de Pietrelcina foi um dos pouquíssimos santos que experimentaram no próprio corpo os sinais visíveis e tangíveis da Paixão de Cristo.

O mistério dos estigmas de Cristo sofridos pelo santo incluía também as mesmas dores terríveis da chaga das costas, confirmando o que tinha sido revelado diretamente por Jesus a São Bernardo sobre essa ferida dolorosíssima.

A descoberta sobre as dores terríveis sofridas pelo Padre Pio na altura dos ombros foi feita depois da sua morte por um amigo e filho espiritual do sacerdote, o frei Modestino de Pietrelcina.

Esse frade leigo, conterrâneo do Padre Pio, ajudava o santo em ocupações de caráter doméstico. O padre lhe tinha dito, em certa ocasião, que sentia uma das suas maiores dores na hora de trocar de camisa. Frei Modestino pensava que ele se referisse à dor de desgrudar a camisa do ferimento no lado – e só entendeu de qual chaga realmente se tratava quando foi reorganizar as vestes do santo, já falecido, em 4 de fevereiro de 1971.

Nessa data, o padre guardião do convento encarregara ao frade recolher tudo o que tinha sido usado pelo Padre Pio e guardar esses itens em sacos de nylon. Foi então que ele encontrou a camisa com uma grande mancha na altura do ombro direito, perto da clavícula. A mancha tinha cerca de 10 centímetros: mais ou menos o mesmo tamanho da que vemos no Santo Sudário. Tirar a camisa deve ter causado dores realmente intensas ao Padre Pio se a chaga estava em carne viva e os ossos ainda estavam quebrados. Não se sabe, porém, se essas fraturas foram observadas no esqueleto do padre quando de sua morte.

“Relatei essa descoberta imediatamente ao padre superior”, recorda o frei Modestino. “Ele me disse para escrever um breve relato. O padre Pellegrino Funicelli, que tinha auxiliado o Padre Pio durante anos, também me disse que, ao ajudá-lo algumas vezes a trocar a camisa de lã, quase sempre notava, ou no ombro esquerdo ou no direito, um ferimento circular”.

A dor e o perfume


O frade prossegue seu relato:

“Uma confirmação importante me veio do próprio Padre Pio. Uma noite, antes de dormir, eu lhe fiz com muita fé esta oração: ‘Padre, se tinhas mesmo a chaga no ombro, dá-me um sinal’. Adormeci. Mas, exatamente à uma e cinco daquela noite, quando eu dormia tranquilamente, uma dor aguda no ombro me fez acordar de repente. Era como se alguém tivesse me atingido com uma faca no osso da clavícula. Se aquela dor tivesse durado mais alguns minutos, eu acho que teria morrido. Ao mesmo tempo, ouvi uma voz que me dizia: ‘Foi assim que eu sofri’. Um perfume intenso me envolveu e encheu toda a minha cela. Senti o coração transbordando de amor de Deus e tive também uma sensação estranha: ser privado daquele sofrimento insuportável era ainda mais doloroso que a própria dor. O corpo queria rejeitá-la, mas a alma, inexplicavelmente, a desejava. Era ao mesmo tempo dolorosíssima e doce. Eu finalmente tinha entendido!”.

O encontro com o futuro Papa João Paulo II


Ninguém jamais soube daquela chaga, com exceção apenas do futuro Papa João Paulo II. E, se o frade santo só a revelou a ele, é porque alguma razão devia ter.

O livro “A Autobiografia Secreta“, organizado por Francesco Castelli, historiador da postulação da causa de beatificação de João Paulo II e professor de História Moderna e Contemporânea da Igreja em Taranto, no sul da Itália, informa que o cardeal Andrzej Maria Deskur tinha contado, numa entrevista, sobre um encontro em San Giovanni Rotondo, em abril de 1948, entre o então padre Karol Wojtyla e o fradre que experimentava os estigmas da Paixão.

Foi naquela ocasião que o Padre Pio contou ao futuro Papa da existência da “chaga mais dolorosa“.

Fonte: http://pt.aleteia.org/2016/12/08/a-chaga-secreta-e-dolorosa-que-o-padre-pio-so-revelou-em-vida-ao-futuro-papa-joao-paulo-ii/

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Nota sobre danos morais por minha Condenação no STJ.

Nosso Bispo Diocesano, Dom João Wilk, estando com a saúde fragilizada, pediu-me que emitisse uma nota à imprensa acerca da minha condenação por danos morais que sofri pela 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, por ter impetrado um habeas corpus em favor de Geovana Gomes Leneu, uma criança deficiente, portadora da síndrome de “body stalk”, condenada ao aborto por uma sentença de um juiz da 1ª vara criminal de Goiânia.
Impetrei o habeas corpus em 11 de outubro de 2005, sem muita esperança de obter êxito, até mesmo porque quando se tem notícia de autorizações para abortamentos eugênicos, muitas vezes eles já ocorreram. Não me permitiram fotocopiar aos autos do processo, de modo que tive que escrever a peça do habeas corpus a mão, em uma folha avulsa. A suspeita de fracasso foi confirmada por uma notícia (que depois decobri ser falsa) publicada pelo jornal O Popular no dia 15 de outubro de 2005):



“O desembargador Aluísio Ataídes de Sousa, em decisão de gabinete, suspendeu ontem alvará judicial que autorizou aborto de feto com síndrome de Body Stalk, em gestante de 19 anos. A decisão, entretanto, perdeu objeto, pois o procedimento já foi realizado”

Na verdade, a liminar chegou a tempo de salvar Geovana da morte. Ela estava para ser abortada no dia 14 de outubro de 2005, quando chegou ao hospital a decisão liminar do Desembargador Aluízo Ataíde de Souza sustando o aborto e cassando a sentença que o autorizara.

Os pais da criança voltaram a Morrinhos, sua cidade, sem que eu nada soubesse sobre o ocorrido, sempre acreditando na veracidade da notícia do Jornal O Popular.
Esse equívoco foi lamentável. Se eu soubesse que Geovana havia sobrevivido e que seus pais estavam em Morrinhos, sem dúvida eu teria ido visitá-los, acompanhá-los durante a gestação, oferecer-lhes assistência durante o parto (como fizemos com tantas outras gestantes) e, em se tratando de uma criança com risco de morte iminente, batizá-la logo após o nascimento. E se ela falecesse, para mim seria uma honra fazer suas cerimônias fúnebres acompanhando a família até o cemitério.
Quando eu soube de tudo, Geovana já havia nascido em 22 de outubro de 2015, vivido 1h45 e morrido sem que ninguém se lembrasse de batizá-la. De qualquer forma, ela recebeu um nome e foi sepultada, destino bem melhor que o de ser jogada fora e misturada ao lixo hospitalar.
Meu Bispo aprova minha atitude e lamenta a condenação do Superior Tribunal de Justiça. Qualquer cidadão pode e deve defender uma vida ameaçada de morte, usando para isso os meios legais e processuais a seu dispor, entre eles o habeas corpus. A condenação do impetrante de um habeas corpus por danos morais é teratológica, pois, se o Tribunal ou Desembargador concedeu a ordem, não foi por “obediência” ao cidadão, mas por verificar que, naquele caso, o juiz estava de fato agindo com ilegalidade e abuso de poder. Por que não processar por “danos morais” o Desembargador que expediu a liminar?
O pedido indenizatório, negado em primeiro e segundo grau, foi agora surpreendentemente acolhido no STJ. Em outra época, porém, essa Corte já se notabilizou pela defesa das crianças deficientes por nascer, ao cassar por unanimidade, uma decisão do TJRJ que autorizara um aborto de um bebê anencéfalo (HC 32152). A relatora do histórico acórdão foi a Ministra Laurita Vaz, que hoje preside o Superior Tribunal de Justiça.

Anápolis, 25 de outubro de 2016.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

Fonte:http://naomatar.blogspot.com.br/

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Carta de São Francisco a um ministro.


1. O Senhor te abençoe.
2.Eu te digo, como posso, acerca do caso da tua alma, que todas aquelas coisas que te impedem de amar ao Senhor Deus, e quem quer que fizer impedimento, sejam frades sejam outros, mesmo que te chicoteassem, deves Ter tudo como uma graça.
3.E assim queiras e não outra coisa.
4.E que isso seja ti obediência verdadeira do Senhor Deus e minha, porque sei firmemente que esta é a verdadeira obediência.
5.E ama aqueles que te fazem isso.
6.E não queiras outra coisa deles senão o que o Senhor te der.
7.E ama-os nisto; e não queiras que sejam melhores cristãos.
8.E que isto seja para ti mais do que o eremitério.
9.E nisto quero conhecer se tu amas ao Senhor e a mim, servo seu e teu. se fizeres isto, a saber: que não haja nenhum frade no mundo, que tenha pecado tanto quanto puder pecar, que, depois que tiver visto teus olhos, nunca se retire sem a tua misericórdia, se buscar misericórdia.
10.E se não buscar misericórdia, que tu lhe perguntes se quer misericórdia.
11.E se depois pecasse mil vezes diante de teus olhos, ama-o mais do que a mim, para isto, para que o atraias ao Senhor; e que sempre tenhas misericórdia de tais [pessoas].
12.E, quando puderes, comunica isto aos guardiães, que por tua parte estás resolvido a fazer assim.
13.Quanto a todos os capítulos que há na regra, que falam de pecados mortais, com a ajuda de Deus no capítulo de Pentecostes, com o conselho dos frades faremos um capítulo deste jeito:
14.Se algum dos frades pecar mortalmente por instigação do inimigo, seja obrigado por obediência a recorrer ao seu guardião.
15.E todos os frades, que souberem que ele pecou, não lhe causem vergonha ou detração, mas tenham uma grande misericórdia para com ele e mantenham bem oculto o pecado de seu irmão; porque não há necessidade de médico para os sãos mas para os que têm algum mal (Mt 9,12).
16.Igualmente por obediência estejam obrigados a enviá-lo a seu custódio com um companheiro.
17.E o custódio mesmo atenda-o misericordiosamente, como quisera que fizessem com ele, se estivesse em um caso semelhante.
18.E se cair em outro pecado venial, confesse-o a um irmão seu sacerdote.
19.E se não houver ali sacerdote, confesse-o a um irmão seu, até que haja um sacerdote que o absolva canonicamente, como foi dito.
20.E estes não tenham absolutamente poder de impor outra penitência a não ser esta: vai e não peques mais (cfr. Jo 8,11).

Fonte: https://www.facebook.com/groups/145354082241828/1008450685932159/?notif_t=group_activity&notif_id=1476300982400989

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Carta 510 – Padre Pio a Padre Bento Estigmas visíveis e permanentes.

Carta 510 – Padre Pio a Padre Bento. Estigmas visíveis e permanentes. San Giovanni Rotondo, 22/10/1918.


[Padre Pio com pouco mais de 31 anos de idade e 8 de sacerdócio]

... “ O que dizer-vos a respeito do que me pedis sobre como acontecera a minha crucifixão? Meu Deus, que confusão e humilhação experimento em dever manifestar aquilo que Tu operaste nesta tua mesquinha criatura!

Foi na manhã do dia 20 do mês passado (setembro) no coro, depois da celebração da Santa Missa, quando fui surpreendido pelo descanso, semelhante a um doce sono. Todos os sentidos internos e externos, bem como as próprias faculdades da alma encontraram-se numa quietude indescritível. Em tudo isto houve um total silêncio ao meu redor e dentro de mim; penetrou imediatamente uma grande paz e abandono à completa privação de tudo e a um descanso na própria ruína. Tudo isto aconteceu num relâmpago.

E, enquanto tudo isto acontecia, deparei com um misterioso personagem, semelhante àquele visto no dia 5 de agosto, diferente apenas só por ter as mãos, os pés e o lado gotejando sangue. A vista dele aterrorizou-me; o que sentia em mim no momento não sei dizer-lho. Sentia-me morrer e teria morrido, se o Senhor não tivesse intervindo para sustentar o coração, que percebia saltar-me do peito.

A visão do personagem desaparece e eu me encontrei com mãos, pés e lado perfurados e vertendo sangue. Imaginai o tormento que provei então e que prossigo sentindo continuamente quase todos os dias.

A ferida do coração verte sangue freqüentemente, especialmente de quinta-feira de tarde até o sábado. Padre meu, eu morro de dor pelo tormento e pela subseqüente confusão que experimento no íntimo da alma. Temo morrer dessangrado, se o Senhor não atende aos gemidos do meu pobre coração, retirando de mim esta operação. Jesus, que é tão bom, far-me-á esta graça?

Tirará de mim ao menos esta confusão que experimento por estes sinais externos? Elevarei fortemente a minha voz a Ele e não desistirei de implorá-lo para que, por sua misericórdia, retire de mim não o tormento, não a dor, porque dou-me conta ser isso impossível e eu sinto o desejo de inebriar-me de dor, mas estes sinais externos que me são causa duma confusão e duma humilhação indescritível e insustentável.

O personagem sobre o qual pretendia falar-lhe numa carta precedente não é outro senão aquele mesmo de que vos falei numa outra carta, visto no dia 5 de agosto. Ele prossegue na sua operação sem parar, com superlativo tormento da alma. Sinto no meu interior um contínuo rumorejar, semelhante a uma cascata, que continuamente jorra sangue. Meu Deus! É justo o castigo e reto o juízo, mas usa de misericórdia para comigo. Domine, dir-te-ei sempre com o teu profeta: Domine, ne in furore tuo arguas me, neque in ira tua corripias me! (Ps. 6,2; 37,1- Traduzindo: Senhor, dir-te-ei com o teu profeta; Senhor, não me castigues com tua ira, não me corrijas com teu furor!). Padre meu, agora que todo o meu interior vos é conhecido, dignai-vos fazer-me chegar a palavra do conforto, no meio de tão feroz e dura amargura” ... (Epistolario I, 1093 ss).

Carta 515 – Padre Pio a Padre BentoS. Giovanni Rotondo, 20/12/1918

... “Padre, o tormento que sinto no ânimo e no corpo em conseqüência das operações acontecidas e que perduram sempre, quando terão fim? Meu Deus, padre meu, eu não agüento mais. Sinto-me morrer de mil mortes e a cada instante. Sinto estar sendo devorado por uma força misteriosa, íntima e penetrante que me mantém sempre num doce, mas dolorosíssimo delíquio. O que é isto? Lamentar-se com Deus de tanta dureza, é culpa? E se é culpa, como se pode sufocar estes lamentos quando uma força à qual não se pode resistir, me impele sem podê-la frear de maneira alguma, a lamentar-me com o doce Senhor?

Há mais dias, experimento em mim uma coisa semelhante a uma lâmina de ferro que da parte baixa do coração se estende até o ombro direito em linha transversal. Causa-me uma dor muitíssimo pungente e não me deixa provar um pouco de descanso. O que é isso?

Este novo fenômeno comecei a percebê-lo depois de uma outra aparição daquele costumeiro personagem misterioso de cinco e seis de agosto e de 20 de outubro (Nota Bene: Padre Pio aqui se engana quanto ao mês: deve ser 20 de setembro e não de outubro), do qual vos falei, se vos recordais, noutras minhas cartas.
Dizei-me tudo na vossa resposta e tranqüilizai-me” ... (Epistolario I, p. 1105 s).


Neste outro trecho de uma carta do Padre Bento ao Padre Agostinho, podemos ter mais uma certeza e testemunho dos Estigmas do Padre Pio.

Nota 4 da carta 527 -. (Carta do Padre Bento ao Padre Agostinho):


“No dia 5 de março de 1919, Quarta-feira de cinzas, Padre Bento, depois de ter estado por alguns dias em San Giovanni Rotondo, escrevia desde Foggia ao Pe. Agostinho, e, entre outras coisas, dizia-lhe: “Teresa não se preocupou em ver no Piuccio o que fornece matéria de peregrinação de San Giovanni a São Marcos. Nele não são manchas ou sinais, mas verdadeiras chagas que perfuram as mãos e os pés. Eu, ademais, observei-lhe aquela do lado: um verdadeiro rasgão que verte continuamente sangue ou humor sangüíneo. Na Sexta-feira é sangue. Encontrei-o que mal se mantinha de pé: mas, ao deixá-lo, ele podia celebrar, e quando reza a missa, o dom fica exposto ao público, pois deve manter as mãos elevadas e nuas.” ( Epistolario I, p. 1129, nota 4).

quinta-feira, 24 de março de 2016

Quinta Feira Santa, o verdadeiro sentindo deste dia.




Hoje começa o Tríduo Pascal, a preparação para a grande celebração da Páscoa, a vitória de Jesus Cristo sobre a morte, o pecado, o sofrimento e o inferno.

Como também a Igreja Celebra a instituição dos Sacramentos da Ordem e da Eucaristia. Jesus que é o grande e Eterno Sacerdote; mas quis precisar de ministros sagrados, retirados do meio do povo, para levar ao mundo a Salvação que Ele conquistou com a sua Morte e Ressurreição.

As horas que precederam a Paixão e morte de Jesus ficaram gravadas com uma força singular a memória e no coração daqueles que estiveram com Ele. Por isso, nos escritos do Novo Testamento são conservados muitos detalhes do que Jesus fez e disse na sua última Ceia.

Jesus estava a sós com os doze (Mt 26,20; Mc 14,17 e 20; Lc 22,14). Maria sua mãe, nem as santas mulheres não O acompanhavam. Segundo São João, no começo, num gesto cheio de significados, Jesus lava os pés dos seus discípulos dando assim um exemplo de Humildade e Serviço (Jo 13,  1 - 20).

Segundo São Lucas, Jesus desejou ardentemente celebrar aquela hora : "Tenho desejado ardentemente comer convosco esta páscoa, antes de sofrer." (Lc 22,15.

Nesta mesma Celebração da Ceia, além de Jesus instituir o Sacramento da Eucaristia Ele também institui o Sacerdócio Cristão, com essas palavras: "Pegando o cálice, deu graças e disse: Tomai este cálice e distribui - o entre vós. Tomou em seguida o pão e depois de ter dado graças, partiu - o e deu - lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim." (Lc 22, 17 - 19)

Nesta Celebração da Ceia do Senhor, celebramos a Instituição desses dois Sacramentos. Na noite em que foi traído, mais nos amou; bebeu o cálice da Paixão até a ultima e amarga gota. São João disse que: "Antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus estavam no mundo, até o extremo os amou." (Jo 13, 1.)