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sexta-feira, 22 de outubro de 2021

João Paulo II grande devoto da Virgem Maria.

Todos os Papas nutriram um profundo amor e devoção a Nossa Senhora; no entanto, João Paulo II se destaca de algumas maneiras, difundido ainda mais a oração do terço assim como seus antecessores, a consagração a Nossa Senhora segundo o método de São Luís de Montfort, a criação dos mistérios luminosos, o segredo de Fátima e tantos outros pontos que poderíamos citar.

Abaixo, um trecho do livro "São João Paulo II, o grande" escrito por Jason Evert, que conta um pouco mais do amor e respeito do nosso amado João de Deus a Virgem Maria:

“Aqueles que o conheciam bem diziam que ele com frequência conversava com Maria. Numa dessas ocasiões, Mons. George Tracy estava concelebrando a Missa com o Santo Padre e, depois da comunhão, ouviu-o rezando em voz alta. Mons. Tracy reparou que ele estava muito abalado e parecia estar chorando: ≪Não, Maria, não, Madona≫. Quando a Missa terminou, um prelado do Vaticano perguntou ao monsenhor se ele tinha gostado da Missa com o Papa. Ele respondeu afirmativamente, mas disse que, depois da Comunhão, o Santo Padre estivera visivelmente perturbado e parecera estar falando com a Virgem Maria. O prelado respondeu: ≪Nós sabemos. Ele faz isso o tempo todo, e Ela é a única a quem ele dá ouvidos por aqui≫"
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Trecho do livro "São João Paulo, o grande", biografia de São João Paulo II escrita por Jason Evert.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Segunda aparição de Nossa Senhora de Fátima; à 13 de Junho de 1917.

No dia 13 de junho de 1917, celebrava-se, em Fátima, a festa de Santo António. Os pastorinhos, Lúcia de Jesus e seus primos Francisco e Jacinta Marto, preparavam-se para comparecer na Cova da Iria,ao meio-dia solar, como Nossa Senhora lhes tinha pedido, no dia 13 de maio anterior. 

As famílias procuraram demovê-los: a mãe da Lúcia não acreditava que a filha dissesse a verdade e queria que ela fosse à festa, em vez de ir à Cova da Iria; os pais do Francisco e da Jacinta partiram, muito cedo, para a feira das Pedreiras, Porto de Mós. A notícia da anunciada segunda aparição já tinha ultrapassado os limites da freguesia de Fátima e, por isso, logo de manhã, compareceram em Aljustrel várias pessoas de Boleiros, Fátima, e dos concelhos de Tomar e Torres Novas, para os acompanharem. 

A Lúcia tinha saído, de madrugada, com o rebanho, com intenção de regressar a casa, pelas 9 horas, ir à missa das 10, na igreja paroquial, e partir, logo a seguir, para a Cova da Iria. Mas, pouco depois do romper do sol, foi chamada a casa, onde se encontrou com as referidas pessoas e, depois de os três pastorinhos terem ido à missa das 10 horas, partiram todos, por volta das 11 horas, para a Cova da Iria. Juntaram-se ali cerca de sessenta pessoas (cfr. Memórias da Irmã Lúcia, Edições da Vice-Postulação, II, II, 4). 


Agora com a presença de 60 pessoas na Cova da Iria, os 3 pastorinhos viram de novo o reflexo da luz (a que chamavam relâmpago) que se aproximou da carrasqueira. Nossa Senhora queria que voltassem no próximo dia 13, que rezassem o Terço todos os dias e aprendessem a ler.

Lúcia pede para que Ela os leve para o Céu. "Sim, à Jacinta e ao Francisco levo-os em breve. Mas tu ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o seu trono".

A Virgem anima Lúcia, dizendo que nunca a deixará. "O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus."

De novo, abriu as mãos e lhes comunicou o reflexo de intensa luz, como que submergindo-os em Deus. E na palma da mão direita de Maria estava um Coração cercado de espinhos que pareciam estar nele cravados. Era o Imaculado Coração de Maria ultrajado pelos pecados da humanidade, querendo reparação! Aos poucos essa visão se esvaeceu diante das vistas enlevadas dos três pastorinhos.

E Nossa Senhora, resplandescente de luz, subiu suavemente para o leste, até desaparecer.



Assim acontecia a 2° Aparição da Mãe de Deus em Fátima - Portugal. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Hoje é dia de Nossa Senhora do Rosário.



A Igreja Católica conhece o Terço há cerca de apenas 800 anos. Os quinze mistérios do Santíssimo Rosário foram dados por Nossa Senhora a São Domingos. Desde então, a Igreja Católica tem encorajado os fiéis a rezar o Terço.

O Padre Pio uma vez disse:

“Algumas pessoas são tão tontas ao ponto de pensar que podem avançar pela vida sem a ajuda da Santíssima Mãe. Amem Nossa Senhora e rezem o Terço, porque o seu Terço é a arma contra todos os males do mundo de hoje. Todas as graças dadas por Deus passam através da Santíssima Mãe.”

E, apenas duas semanas depois da sua eleição à Sé de Pedro, o Papa João Paulo II admitiu com franqueza:

“O Terço é a minha oração preferida. Uma oração maravilhosa! Maravilhosa na sua simplicidade e na sua profundidade."

Agora pensem nisto: São Francisco de Assis não tinha o Terço. Nem São Bernardo de Claraval, nem Santo Anselmo, nem São Beda, nem São Gregório, nem São Bento, nem Santo Agostinho, nem Ireneu e nem sequer os Santos Apóstolos. O Santo Rosário é relativamente recente. E, ainda assim, estou convencido que é absolutamente essencial para o nosso tempo. A "novidade" do Terço revela que os últimos 800 anos da História da Igreja precisam de uma nova arma.

A Santíssima Virgem Maria deu-nos uma arma com base na Escritura. Ela pediu a São Domingos e ao Beato Alan que se rezassem 150 Ave Marias em honra dos 150 salmos. Além disso, deu-nos 15 mistérios bíblicos da vida de Cristo para nós meditarmos. Todo o conjunto é uma homenagem de Nossa Senhora à Sagrada Escritura. As 150 Ave Marias foram divididas em 15 "dezenas" de dez Ave Marias. Deste modo, podemos viver os mistérios bíblicos da vida do seu Filho.

Mas porquê? Porque é que o Céu veio com este plano com contas e mistérios?
De certo modo, os anos 1200's foram o ponto alto da civilização Cristã. Foi a era de São Tomás de Aquino e do Rei São Luís de França. Desde então, tem sido uma viagem atribulada. O Terço tem sido a corrente ou o cinto de segurança que precisamos nestes tempos de turbulência.

Precisamos de Jesus, que é o Caminho, a Verdade e a Vida. O Terço é um sinal tangível de que estamos ligados a Ele. Quando toco no meu Terço, sei que Maria me está a ligar ao seu Filho. Jesus tornou-se homem através de Maria e essa ligação humana é encontrada ali, com ela.

Encorajo-vos verdadeiramente a rezar o Terço todos os dias para o resto das vossas vidas. Tornem isso parte da vossa rotina diária. Devia ser mais importante que lavar os dentes ou ver o email. Rezar o Terço tira apenas 2% do vosso dia. Sejam 2-porcentos!
Rezem o Terço diariamente. Dará paz à vossa alma. Aprenderão mais sobre vocẽs mesmos e sobre Deus. Perder-se-ão no ritmo da oração e descobrir-se-ão a vós mesmos com Jesus. É mesmo bonito!

Ad Jesum per Mariam,
Taylor Marshall

Fonte: https://www.facebook.com/senzapagare/?hc_ref=NEWSFEED&fref=nf