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segunda-feira, 29 de setembro de 2025

A Festa dos Arcanjos: História, Escritura e Teologia Celeste

    


    No dia 29 de Setembro, a Igreja celebra com profunda reverência a festa dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael. Mais do que uma memória litúrgica, essa festa é um convite à contemplação do mistério da presença Divina que age por meio de Seus mensageiros celestiais. Os arcanjos são figuras que transcendem o tempo e a cultura, e sua missão continua a ecoar na vida da Igreja e da humanidade.

    A veneração aos arcanjos remonta aos primeiros séculos do cristianismo. São Miguel, por exemplo, já era cultuado no início do século V, com igrejas dedicadas a ele na Itália, como a famosa igreja na Via Salária, em Roma. A aparição de São Miguel no Monte Gargano, em 8 de maio de 492, impulsionou ainda mais sua devoção, originando a antiga Festa da Aparição de São Miguel Arcanjo.

    Porém, foi somente em 1921 que os arcanjos Gabriel e Rafael foram oficialmente incluídos no Calendário Romano. E, com a reforma litúrgica de 1969, suas festas foram unificadas à de São Miguel, formando a celebração conjunta dos três arcanjos em 29 de Setembro.

Os Arcanjos na Sagrada Escritura.

    A Bíblia apresenta os arcanjos como seres espirituais enviados por Deus para cumprir missões específicas:

        - São Miguel (“Quem como Deus?”) aparece como o defensor do povo de Deus. No Livro do Apocalipse, lidera os exércitos celestes contra o Dragão, símbolo do mal (Ap 12,7-9). Também é mencionado em Daniel 10,13 e Judas 1,9 como protetor e combatente espiritual.

        - São Gabriel (“Força de Deus”) é o mensageiro das grandes revelações. É ele quem anuncia o nascimento de João Batista (Lc 1,11-20) e, sobretudo, quem proclama à Virgem Maria a encarnação do Verbo (Lc 1,26-38).

        - São Rafael (“Deus cura”) é o guia e curador no Livro de Tobias. Acompanha Tobias em sua jornada, cura a cegueira de seu pai e protege contra o demônio Asmodeu (Tb 5–12).

    Essas aparições bíblicas revelam que os arcanjos não são apenas símbolos, mas agentes reais da providência divina.

    Na teologia cristã, os arcanjos representam três dimensões fundamentais da ação de Deus:

        - Miguel: a justiça e a proteção contra o mal.

        - Gabriel: a comunicação da vontade divina.

        - Rafael: a cura e o cuidado amoroso.

    A Igreja os invoca como intercessores nas batalhas espirituais, nas enfermidades e nas decisões importantes. Em tempos de crise, sofrimento e confusão, os arcanjos nos recordam que Deus não nos abandona, mas envia seus mensageiros para nos guiar, proteger e curar.

    Como afirma o novo prefácio da Missa dos Anjos: “A veneração que eles merecem é sinal da vossa incomparável grandeza sobre todas as criaturas”.

Veneração em Outras Tradições Religiosas

    A presença dos arcanjos não é exclusiva do cristianismo. No judaísmo, Miguel é considerado o protetor de Israel (cf. Dn 10,13), e Gabriel aparece como mensageiro em textos apócrifos como o Livro de Enoque. Rafael também é reconhecido como curador.

    No islamismo, Gabriel (Jibril) é o anjo que transmite o Alcorão ao profeta Maomé. Miguel (Mikail) é mencionado como responsável pela providência divina. Embora o islamismo não cultue anjos como intercessores, reconhece sua importância como servos de Deus.

    Essas convergências mostram que os arcanjos são pontes entre o céu e a terra, entre o mistério divino e a realidade humana.

    Portanto, celebrar os Santos Arcanjos é renovar nossa fé na presença ativa de Deus no mundo. Eles nos lembram que, mesmo diante das trevas, há luz; mesmo em meio à dor, há cura; mesmo na dúvida, há direção. Que São Miguel nos defenda no combate, que São Gabriel nos anuncie as boas novas, e que São Rafael nos cure com o bálsamo da Misericórdia Divina.

Fontes 

https://www.cnbb.org.br/a-celebracao-dos-arcanjos-miguel-rafael-e-gabriel/

https://www.locusmariologicus.org/origem-da-festa-dos-santos-arcanjos/

https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/09/29/miguel-rafael-e-gabriel-os-anjos-que-sao-reverenciados-em-tres-diferentes-religioes.ghtml

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Sínodo dos Bispos, o que é? Entenda!

O Sínodo dos Bispos foi criado por Paulo VI em Setembro de 1965 através do Motu Próprio "Apostolica Sollicitudo"  no contexto do Concílio Vaticano II afim de manter viva a experiência do Concílio. Ou seja, é uma assembleia que acontece periodicamente com alguns bispos representantes o objetivo de ajudar o Papa acerca dos problemas relativos a atuação da Igreja no mundo. 

    Além disso, cada Sínodo é temático! Dessa forma, cada Sínodo dos Bispos que há acontece a discussão de algumas questões relativas ao tema e a expressão de votos o qual ajuda a criar o relatório final e é enviado ao Papa. Se tal mudança acontece ou não é um poder exclusivamente do Papa sancionar ou não. Ou seja, o Sínodo ajuda ao Papa por meio do estudo e das discussões acerca do tema, mas não soluciona e nem emite decretos tais questões, essa é uma ação exclusiva do Papa.

Mas, como é a estrutura administrativa do Sínodo?

    Como já dito anteriormente, o Sínodo está diretamente ligado ao Papa, e o documento final é de exclusividade única dele o qual decide acerca do que foi exposto no relatório final se acontece tais mudanças ou não. O que entra ou não em vigor. Assim, o Sumo Pontífice em um Sínodo age diretamente como o seu Presidente. Além disso, existe uma Secretaria Geral Permanente, que são nomeados pelo Papa. E o qual tem a responsabilidade de preparar e implementar as Assembleias do Sínodo e de apresentar sobre outras questões que o Papa queira submeter. O Conselho Ordinário é formado por Bispos Diocesanos eleitos através da Assembleia Geral Ordinária e que contenha representantes das diferentes regiões geográficas. É função deste conselho a preparação e a implementação da Assembleia Geral Ordinária. Os Conselhos constituídos. "Outros Conselhos da Secretaria Geral para a preparação da Assembleia Geral Extraordinária e da Assembleia Especial são formados ad hoc por Membros nomeados pelo Papa. Os Membros destes Conselhos participam na Assembleia do Sínodo e cessam o seu mandato na dissolução da mesma." 

    Cada Assembleia possui um secretário especial e um relator geral.

E quem são os participantes de um Sínodo?

    O Código de Direito Canônico Parag.346 diz quem são os membros das Assembleias do Sínodo:

“Cân. 346 — § 1. O Sínodo dos Bispos, que se reúne em assembleia geral ordinária, é constituído por membros, cuja maioria é de Bispos, eleitos pelas Conferências episcopais para cada uma dessas assembleias segundo uma propor-ção determinada pelo direito peculiar do Sínodo; outros, deputados por força do mesmo direito; outros, nomeados directamente pelo Romano Pontífice; a estes somam-se alguns membros de institutos religiosos clericais eleitos nos termos do mesmo direito peculiar. (...) § 3. O Sínodo dos Bispos, reunido em assembleia especial, é constituído principalmente por membros eleitos provenientes das regiões para as quais foi convocado, nos termos do direito peculiar pelo qual se rege o Sínodo.”

Dessa forma, o Sínodo se desenvolve em três etapas: 

1° A Fase Preparatória: Quando o Papa convoca o Sínodo atribuindo-lhe um ou mais temas. Nessa etapa é quando há uma consulta sobre o que se está abordando no Sínodo e cada Igreja particular envia a sua contribuição.

2° A Fase da Celebração: É quando os participantes se reúnem para dialogar sobre o tema, juntando as opiniões e preparando o documento final que é submetido ao Papa para a aprovação e modificação (caso o mesmo ache necessário), de forma que aja uma possível unanimidade moral. Após a aprovação do Documento Final, este documento passa a fazer parte do Magistério ordinário da Igreja.

3° A Fase da Aplicação: Junto com o Dicastério ao qual compete o tema abordado no Sínodo e os demais Dicastérios interessados, a Secretaria Geral do Sínodo promove a implementação das orientações sinodais aprovadas pelo Papa.

Sala do Sínodo no Vaticano  (Vatican Media) - Site Vatican News.

    O atual modelo de atuação do Sínodo foi regulamentado pelo Papa Francisco em 15 de Setembro de 2018 por meio da Constituição Apostólica "Episcopalies Communio" que pode ser acessado por meio do link: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_constitutions/documents/papa-francesco_costituzione-ap_20180915_episcopaliscommunio.html

Cada Sínodo é um momento de comunhão e de renovação dos compromissos missionários. 

Referências: 

https://sistemas.mre.gov.br/kitweb/datafiles/Vaticano/pt-br/file/FAQ%20S%C3%ADnodo2019.pdf

https://diocesedepesqueira.com.br/sinodo-dos-bispos-o-que-e-quais-os-objetivos-e-como-sera-vivenciado-nas-igrejas/

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Patrística

 


    Chamamos de “Padres da Igreja” (Patrística) aqueles grandes homens da Igreja, aproximadamente do século II ao século VII, que foram no Oriente e no Ocidente como que “Pais” da Igreja, no sentido de que foram eles que firmaram os conceitos da nossa fé, enfrentaram muitas heresias e, de certa forma foram responsáveis pelo que chamamos hoje de Tradição da Igreja; Padre ou Pai da Igreja, se refere a um escritor leigo, sacerdote ou bispo, da Igreja antiga, considerado pela Tradição como uma testemunha da fé.

    Normalmente se considera o período da Patrística o que vai dos Apóstolos até S. Isidoro de Sevilha (560-536) no Ocidente; e até a morte de S. João Damasceno (675-749), no Oriente, o gigante que corajosamente combateu o iconoclasmo (A Grande preocupação dos iconoclastas era de ordem política e religiosa, uma vez que almejavam evitar a aproximação entre os povos que possuíam outras religiões, em detrimento da religião católica, e, além disso, temiam o poder e influência econômica e política da Igreja, que cada vez mais se expandia pelo Império Bizantino com a construção de mosteiros, igrejas, templos.

    Do grego, a palavra Iconoclasta surge da união dos termos “eikon” (imagem) e “klastein” (quebrar) que significa “quebrador de imagem”, ou seja, os iconoclastas se opõem as crenças baseadas nas imagens de Cristo, Virgem Maria, santos, anjos, líderes religiosos, dentre outros).  Esses gigantes da fé católica ao longo desses sete séculos defenderam e formularam a fé, a liturgia, a catequese, a moral, a disciplina, os costumes e os dogmas cristãos; por isso são chamados de “Pais da Igreja” porque lhes traçaram o caminho. Quando o Papa João Paulo II esteve no Brasil a primeira vez em 1981 se referiu a eles dizendo que “são eles os melhores intérpretes da Sagrada Escritura”. Então, precisamos conhecer os seus ensinamentos para podermos compreender melhor a Bíblia.

    Chamamos de patrologia o estudo sobre a vida, as obras e a doutrina desses Pais da Igreja. No século XVII criou-se expressão a “teologia patrística” para indicar a doutrina dos Padres.

    Certa vez disse o Cardeal Henri de Lubac: “Todas as vezes que, no Ocidente tem florescido alguma renovação, tanto na ordem do pensamento como na ordem da vida – ambas estão sempre ligadas uma à outra – tal renovação tem surgido sob o signo dos Padres”.

    Esses gigantes da fé e da Igreja, souberam fixar para sempre o que Jesus nos deixou através dos Apóstolos. Eles foram obrigados a enfrentar as piores heresias que a Igreja conheceu deste o seu início. Nesta luta eles amadureceram os conceitos teológicos uma vez que tiveram de enfrentar muitos hereges, de dentro da própria Igreja, especialmente  nos Concílios Ecumênicos. Neste combate árduo em defesa da fé, onde muitos foram perseguidos, exilados e até martirizados, eles formularam a fé que hoje professamos sem erro.

    Desde o primeiro século já encontramos o gigante de Antioquia, Santo Inácio (†107), provavelmente sagrado Bispo pelo próprio São Pedro. Santo Inácio nos deixou as suas belas Cartas escritas às comunidades por onde passou no caminho que o levou ao martírio em Roma, no Coliseu, desde Antioquia. A caminho do martírio ele escreveu belas cartas aos romanos, magnésios, tralianos, efésios, erminenses e a S. Policarpo, bispo  e mártir de Esmirna.

    No segundo século encontramos o grande Santo Irineu de Lião (†200) enfrentando os gnósticos que sorrateiramente penetraram na Igreja e ameaçavam destruir a fé cristã. Contra eles S. Irineu escreveu uma longa obra “Contra os Hereges”. Tão difícil foi esse combate que o Santo o comparou a alguém que precisa cortar todas as árvores de uma floresta para finalmente poder captar a fera que nela se esconde.

    Os Padres da Igreja tiveram uma participação fundamental nos primeiros Concílios Ecumênicos, como o de Nicéia, no ano 325, que condenou o arianismo que negava a divindade de Jesus; o Concílio de Constantinopla I, em 381, que condenou o macedonismo que negava a divindade do Espírito Santo; e os outros concílios que enfrentaram e condenaram as heresias cristológicas e trinitárias.

    Os Padres da Igreja estiveram um tanto esquecidos, mas a partir dos anos 40 surgiu na Europa, de modo especial na França, um forte movimento voltado à Patrística. Esse movimento foi liderado pelo Cardeal Henri de Lubac e Jean Daniélou, o qual deu origem à coleção “Sources Chréstiennes”, com mais de 300 títulos.

    No Concílio Vaticano II cresceu ainda mais esse movimento de redescoberta da Patrística por causa do desejo da renovação da liturgia, da exegese, da espiritualidade e da teologia a partir dos primórdios da Igreja. Foi a sede de “voltar às fontes” do cristianismo.

    Desses Padres , alguns foram Papas, nem todos; a maioria foi bispo, mas há diáconos,  presbíteros e até leigos. Entre eles muitos foram titulados de Doutor da Igreja, sempre por algum Papa, por terem ensinado de maneira extraordinária os dogmas e as verdades da nossa fé.

    Quero apresentar aqui ao menos uma relação, ainda que incompleta, desses gigantes da fé e da Igreja, que souberam fixar para sempre o que Jesus nos deixou através dos Apóstolos. Ao todo os Doutores da Igreja até hoje são 33, 30 homens e 3 mulheres, mas nem todos da época da Patrística.

S. Clemente de Roma (†102), Papa (88-97)

Santo Inácio de Antioquia (†110)

São Policarpo de Esmira (†156)

Pastor de Hermas (†160)

Aristides de Atenas (†160)

S. Hipólito de Roma (160-235)

São Justino (†165)

Militão de Sardes (†177)

Atenágoras (†180)

S. Teófilo de Antioquia (†181)

Orígenes de Alexandria (184-254)

Santo Ireneu (†202)

Tertuliano de Cartago (†220)

S. Clemente de Alexandria (†215)

Metódio de Olimpo (Sec.III)

S. Cipriano de Cartago (210-258)

Novaciano (†257)

S. Atanásio – (295-373), Alexandria .

S. Efrém – (306-373), diácono,Mesopotânia

S. Hilário de Poitiers – (310 – 367) – bispo e doutor, Poitiers.

S. Cirilo de Jerusalém – (315-386) – bispo e doutor, Jerusalém.

S. Basílio Magno (330 – 369) – bispo e doutor, Cesaréia.

S. Gregório Nazianzeno – (330 – 379) bispo e doutor, Nazianzo.

S. Ambrósio – (340 – 397), bispo e doutor "Treves" Itália.

Eusébio de Cesaréia (340)

S. Gregório de Nissa (340)

Prudêncio (384-405)

S. Jerônimo ( 348 – 420), presbítero e doutor – Strido, Itália.

S. João Crisóstomo – (349 – 407), bispo e doutor – Antioquia.

S. Agostinho – (354 – 430), bispo e doutor – Tagaste – Tunísia.

S. Cirilo de Alexandria – (370 – 442), bispo e doutor – Egito.

S. Pedro Crisólogo – (380 – 451), bispo e doutor, Imola – Itália.

S. Leão Magno – (400 – 461), papa e doutor, Toscana,Itália.

S. Paulino de Nola (431)

Sedúlio (sec V)

S. João Cassiano (360-435)

S. Vicente de Lerins (450)

S. Bento de Núrcia (480-547)

Venâncio Fortunato (530-600)

S. Ildefonso de Toledo (617-667)

S. Máximo Confessor (580-662)

    Meus irmãos e irmãs, procuremos estudar um pouco daquilo que eles disseram e escreveram, a fim de que possamos melhor conhecer a Tradição da igreja.


Fontes de pesquisa: https://comshalom.org/quem-sao-os-padres-da-igreja/ 

 Blob.cancaonova.com


Ana Merice Nicolau

G.O. Filhos de Maria

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Milhões de fiéis nas Filipinas se reúnem na maior Procissão Eucarística da história.



Durante uma semana, entre os dias 24 e 31 de Janeiro, católicos do mundo inteiro participaram do 51° Congresso Eucarístico Internacional realizado nas Filipinas.

Peregrinos de mais de 70 países chegaram a ilha de Cebu, localizada ao sudeste de Manila, onde participaram de conferências, momentos de adoração eucarística e missas multitudinárias.

Cerca de cinco mil crianças receberam a Primeira Comunhão em uma emocionante cerimônia ao ar livre.

Entretanto, o momento principal do Congresso foi a procissão eucarística que reuniu dois milhões de pessoas nas ruas de Cebu, considerada como a maior procissão da história.

Os peregrinos encheram 5 quilômetros da rua em Cebu, eles seguravam suas velas acessas em uma festa de luz, fé, amor e esperança em torno a Cristo Eucaristia.

O Papa Francisco enviou um Vídeo - mensagem no encerramento do Congresso Eucarístico Internacional, através do qual recordou que a Santa Missa também "transforma os corações" e "nos permite ser solícitos, proteger os pobres e vulneráveis, ser sensíveis ao grito de nossos irmãos e irmãs que estão passando por alguma necessidade".

No vídeo, o Santo Padre recorda a visita que realizou ao País há um ano. "Pude constatar em pessoa a fé profunda e a capacidade de recuperação da população (por causa dos tufões). Sob a proteção do Santo Menino, o povo filipino recebeu o Evangelho de Jesus Cristo há uns 500 anos. Desde então, sempre deu ao mundo um exemplo de fidelidade e de profunda devoção ao Senhor e à Sua Igreja".