Mostrando postagens com marcador Fundação franciscanos da Imaculada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fundação franciscanos da Imaculada. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Santo Antônio de Sant'Anna Galvão, homem de paz e caridade.

Santo Antônio de Sant'Anna GalvãoFrei Galvão era cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios

Conhecido como “o homem da paz e da caridade”, Antônio de Sant’Anna Galvão, popularmente conhecido como Frei Galvão nasceu no dia 10 de maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá (SP).

Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal, e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso. Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestígio social e influência política.

O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou Antônio, com a idade de 13 anos, à Bahia, a fim de estudar no seminário dos padres jesuítas.

Em 1760, ingressou no noviciado da Província Franciscana da Imaculada Conceição, no Convento de São Boaventura do Macacu, na Capitania do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo.

Museu de Frei Galvão em Guaratinguetá-SP.
Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição.

Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do “recolhimento”.

Às 10 horas do dia 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz de São Paulo, havendo recebido todos os sacramentos, adormeceu santamente no Senhor, contando com seus quase 84 anos de idade. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, e sua sepultura ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis.

Sobre a lápide do sepulcro de Frei Galvão está escrito para eterna memória: “Aqui jaz Frei Antônio de Sant’Anna Galvão, ínclito fundador e reitor desta casa religiosa, que tendo sua alma sempre em suas mãos, placidamente faleceu no Senhor no dia 23 de dezembro do ano de 1822”. Sob o olhar de sua Rainha, a Virgem Imaculada, sob a luz que ilumina o tabernáculo, repousa o corpo do escravo de Maria e do Sacerdote de Cristo, a continuar, ainda depois da morte, a residir na casa de sua Senhora ao lado de seu Senhor Sacramentado.

Basílica de Frei Galvão, Guaratinguetá-SP.
Frei Galvão é o religioso cujo coração é de Deus, mas as mãos e os pés são dos irmãos. Toda a sua pessoa era caridade, delicadeza e bondade: testemunhou a doçura de Deus entre os homens. Era o homem da paz, e como encontramos no Registro dos Religiosos Brasileiros: “O seu nome é em São Paulo, mais que em qualquer outro lugar, ouvido com grande confiança e não uma só vez, de lugares remotos, muitas pessoas o vinham procurar nas suas necessidades”.

O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.

Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com/

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

A Fundação dos Franciscanos da Imaculada foi profetizada por Padre Pio.





Na foto, vemos o frade franciscano conventual de joelhos e com o hábito negro. É o Padre Stefano Maria Manelli, Recebeu sua primeira comunhão de Padre Pio em 1938 e foi filho espiritual do Padre Pio. 

Entrou no Seminário Menor dos Frades Menores Conventuais em Copertino (Lecce) em 8 de Dezembro de 1945, com a idade de 12 anos.

Fez sua profissão simples em 04 de Outubro de 1949; Profissão Solene em 27 de Maio de 1954; e foi ordenado sacerdote em 30 de Outubro de 1955, Festa de Cristo Rei.

Em 1960 formou-se em Teologia Sagrada na Pontifícia Faculdade Teológica "Seraphicum" (Roma. Foi professor de Teologia (Patrística, Mariologia) nos Seminários da Ordem, no Seminário de Beneveto, no Instituto de Ciência Religiosas de Avellino.

Ele foi Prefeito de Estudos da Província Conventual de Nápoles. 

Por volta de 1965 começa o Padre Stefano Maria uma longa meditação e redescoberta das fontes franciscanas e os escritos de São Maximiliano Kolbe. 

A chamada do Concílio Vaticano II sobre "retorno às fontes e adaptação as novas condições dos tempos" religiosa como os princípios da verdadeira renovação religiosa, inspirou o Padre Stefano a viver plenamente a vida franciscana nas pegadas do Pobre de Assis; seguindo o exemplo de São maximiliano Kolbe, o São Francisco do Século XX", como definido pelo Papa João Paulo II.

Em 02 de agosto de 1970 Padre Stefano Maria com o Padre Gabriele maria Pellettieri, com a permissão e benção dos Superiores maiores, começou a viver a experiência de uma vida franciscana renovada de acordo com um programa de vida 'vida Pista Marian franciscana'. Nascia ai a Fundação dos Franciscanos da Imaculada, que foi profetizada pelo santo Padre Pio de Pietrelcina.

Padre Stefano Maria Manelli foi Ministro Geral do Frades Franciscanos da Imaculada a partir de 23 de Junho de 1990 à 11 de julho de 2013.