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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Eucaristia, alimento na caminhada. Certeza do Céu!

"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele." - João 6,56.

Nosso Senhor Jesus Cristo na Sua grandeza infinita, nos amou tanto que, se fez pequeno em um pedaço de pão para nos alcançar na nossa miserável condição de pecador. 

Assim sendo, se permitiu ser mais que tocado, mas se fez para nós como um esposo para com sua amada, se uniu a nós em uma só carne, em um só corpo, dando a a criatura a grande graça de permanecer Nele em uma unidade sobrenatural.

Jesus se inclina até nós com um ato de humildade e misericórdia como fez com a prostituta, se inclinou até ela, para que ela ali naquele ato de amor quando igualada aos olhos dele, se sentisse amada, alcançada por um cuidado jamais sentido. E ao levantar, Jesus não levanta sozinho, levanta com ela e vos dá a graça do perdão, do recomeço.

Hoje podemos encontrar esse mesmo Jesus na santa Eucaristia, ao comungar do corpo vivo de Cristo mais uma vez oferecido ali na Santa Ceia como Sacrifício de amor, podemos ver Jesus mais uma vez se inclinar até nós, e quando olhamos para Ele temos mais uma vez a alegria do Cristo Ressuscitado. Ao comungarmos podemos ouvir a promessa de Jesus que soa dentro de nós, "E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos". Mateus 28, 20.

Quem se deixa conduzir por esse amor, e se envolve por esse mistério de salvação, encontra um sentido novo para a vida, aliás, ninguém jamais se encontrou com Jesus, olhou nos olhos d'Ele e continuou do mesmo jeito, o novo de Jesus nos leva a Salvação.


Autor (a): Fernanda Venâncio.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Carta de São Francisco a um ministro.


1. O Senhor te abençoe.
2.Eu te digo, como posso, acerca do caso da tua alma, que todas aquelas coisas que te impedem de amar ao Senhor Deus, e quem quer que fizer impedimento, sejam frades sejam outros, mesmo que te chicoteassem, deves Ter tudo como uma graça.
3.E assim queiras e não outra coisa.
4.E que isso seja ti obediência verdadeira do Senhor Deus e minha, porque sei firmemente que esta é a verdadeira obediência.
5.E ama aqueles que te fazem isso.
6.E não queiras outra coisa deles senão o que o Senhor te der.
7.E ama-os nisto; e não queiras que sejam melhores cristãos.
8.E que isto seja para ti mais do que o eremitério.
9.E nisto quero conhecer se tu amas ao Senhor e a mim, servo seu e teu. se fizeres isto, a saber: que não haja nenhum frade no mundo, que tenha pecado tanto quanto puder pecar, que, depois que tiver visto teus olhos, nunca se retire sem a tua misericórdia, se buscar misericórdia.
10.E se não buscar misericórdia, que tu lhe perguntes se quer misericórdia.
11.E se depois pecasse mil vezes diante de teus olhos, ama-o mais do que a mim, para isto, para que o atraias ao Senhor; e que sempre tenhas misericórdia de tais [pessoas].
12.E, quando puderes, comunica isto aos guardiães, que por tua parte estás resolvido a fazer assim.
13.Quanto a todos os capítulos que há na regra, que falam de pecados mortais, com a ajuda de Deus no capítulo de Pentecostes, com o conselho dos frades faremos um capítulo deste jeito:
14.Se algum dos frades pecar mortalmente por instigação do inimigo, seja obrigado por obediência a recorrer ao seu guardião.
15.E todos os frades, que souberem que ele pecou, não lhe causem vergonha ou detração, mas tenham uma grande misericórdia para com ele e mantenham bem oculto o pecado de seu irmão; porque não há necessidade de médico para os sãos mas para os que têm algum mal (Mt 9,12).
16.Igualmente por obediência estejam obrigados a enviá-lo a seu custódio com um companheiro.
17.E o custódio mesmo atenda-o misericordiosamente, como quisera que fizessem com ele, se estivesse em um caso semelhante.
18.E se cair em outro pecado venial, confesse-o a um irmão seu sacerdote.
19.E se não houver ali sacerdote, confesse-o a um irmão seu, até que haja um sacerdote que o absolva canonicamente, como foi dito.
20.E estes não tenham absolutamente poder de impor outra penitência a não ser esta: vai e não peques mais (cfr. Jo 8,11).

Fonte: https://www.facebook.com/groups/145354082241828/1008450685932159/?notif_t=group_activity&notif_id=1476300982400989

quinta-feira, 10 de março de 2016

Católicos aumentam mais rápido do que população mundial.




O número de católicos aumentou com um ritmo mais rápido que o resto da população, segundo as estatísticas reveladas recentemente pela Santa Sé.

O Vaticano divulgou no último sábado que em breve estarão à venda o Anuário Pontifício 2016 e o Annuarium Statisticum Ecclesiae 2014, redigidos pelo Escritório Central de Estatísticas da Igreja que revelam, entre outras coisas, que entre 2005 e 2014 o número de católicos a nível mundial aumentou em 17,8 por cento (de 1.115 milhões a 1.272 milhões), comparado com a população mundial que aumentou em 17,3 por cento.

Segundo os dados, durante estes nove anos, os católicos cresceram em 41 por cento na África, enquanto sua população cresceu 23,8 por cento. Na Ásia, os católicos cresceram em 20 por cento, enquanto o número de habitantes só aumentou 9,6 por cento.

Na América, o aumento de fiéis foi de 11,7 por cento, frente aos 9,6 de crescimento demográfico.

Um cenário diferente é visto na Europa, onde os católicos cresceram apenas em 2 por cento, uma percentagem “ligeiramente superior ao crescimento da população”. Na Oceania, os católicos cresceram menos que a população: 15,9 por cento frente aos 18,2 por cento.

Segundo a Santa Sé, para 2014, a América reúne a maior percentagem de católicos com quase 48 por cento. Em seguida, aparece a Europa com 22,6 por cento, África com 17 por cento, Ásia com 10,9 e Oceania com 0,8.

Bispos e sacerdotes

As estatísticas indicam que entre 2005 e 2014 os bispos aumentaram 8,2 por cento, passando de 4.841 a 5.237. O maior crescimento aconteceu na Ásia, com 14,3 por cento, África com 12,9 por cento; enquanto a América registrou um aumento de 6,9 por cento, Europa 5,4 e Oceania com 4 por cento.

Durante estes nove anos, aconteceram 9.381 ordenações sacerdotais diocesanas e religiosas, passando de 406.411 a 415.792 presbíteros no total. O maior aumento ocorreu na África com 32,6 e na Ásia com 27,1 por cento. Mas na Europa e na Oceania os sacerdotes diminuíram de 8 e 1,7 por cento, respectivamente.

Aumentam diáconos e diminuem religiosos

Segundo a Santa Sé, os diáconos permanentes passaram de 33.000 em 2005 para 44.566 em 2014. Isto significa um aumento de 33,5 por cento. A grande maioria está presente na América do Norte e na Europa (97,5 por cento), mas sua presença é mínima na África e na Ásia (1,7 por cento).

Mas, registraram uma pequena redução dos religiosos professos não sacerdotes. Em 2005 eram 54.708, enquanto em 2014 a cifra era de 54.559.

No caso das religiosas professas, seu número diminuiu em 10,2 por cento durante estes nove anos. Em 2014 eram 682.729. Entretanto, enquanto na Europa e na América diminuíram em 70,8 e 63,5 por cento; na África e na Ásia aumentaram em 27,8 e 35,3 por cento, respectivamente.

Seminaristas

No caso dos seminaristas, aumentaram de 114.439 em 2005 para 116.939 em 2014. Entretanto, o Vaticano esclareceu que em 2011 os seminaristas eram 120.616. Indicou que a diminuição destes últimos três anos afetou “todos os continentes com exceção da África, onde os seminaristas aumentaram em 3,8 por cento”.

Segundo as estatísticas, se for analisado o período 2005-2014, “observa-se diferenças territoriais evidentes”.

“África, Ásia e Oceania mostram grandes dinâmicas evolutivas, com um ritmo de crescimento de 21%, 14% e 7,2%, respectivamente, enquanto a Europa registra uma redução de 17,5% e América, sobretudo pela tendência negativa na região meridional, manifesta uma diminuição de 7,9%”.

Observe que a maior parte dos dados se dão durante o Pontificado de Bento XVI, o que revela que o Papa Emérito foi e é muito injuriado quando a mídia se refere a ele como alguém que não tem carisma e que não soube trazer as ovelhas de volta... Vemos ai que é uma grande mentira! Os próprios dados comprovam isso. E o Papa Francisco vem continuando esse belo trabalho de trazer de volta à casa as ovelhas desgarradas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Santa Cruz, a única Paróquia do mundo dentro de um campo de refugiados.

O campo é o lar  de aproximadamente 182.000 refugiados do Sudão, Sudão do Sul, Uganda, Burundi, Ruanda, República Democrática do Congo e Etiópia.




Somos dois sacerdotes aqui. Conseguir servir a todos os fiéis é um grande desafio", diz o padre Augustine Kharmuti, sacerdote salesiano que trabalha na Paróquia da Santa Cruz, a única igreja do mundo que fica dentro de um campo de refugiados, em Kakuma, noroeste do Quênia.


O campo é o lar  de aproximadamente 182.000 refugiados do Sudão, Sudão do Sul, Uganda, Burundi, Ruanda, República Democrática do Congo e Etiópia. O padre Augustine dirige o Instituto Técnico Dom Bosco, que oferece formação profissional aos refugiados em áreas como carpintaria, instalações elétricas, solda, costura, mecânica de automóveis, secretaria e informática, além de aulas de inglês.

"Formamos de 3.000 a 3.200 estudantes por ano e acolhemos de 500 a 600 fiéis em cada Missa", conta o missionário. Os dois sacerdotes tem a ajuda de três religiosas e dois catequistas, mas a recente afluência de novos refugiados do Sudão do Sul impõe novos desafios ao seu trabalho pastoral e educativo.