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sábado, 7 de novembro de 2020

A INTERCESSÃO DE MARIA NO GRUPO DE ORAÇÃO

 



No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galileia e lá se encontrava a mãe de Jesus. Também Jesus foi convidado para a festa junto com seus discípulos. Faltando o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. Respondeu-lhe Jesus: “Mulher, que importa isso a mim e a ti? Minha hora ainda não chegou”. Sua mãe disse aos serventes: “Fazei tudo o que ele vos disser”. joão 2:1-5.

Jesus não demora para atender o pedido de sua mãe, com amor e obediência antecipa a “sua hora”, para recolher em seu coração um anseio dela, mesmo sendo ele um desejo simples.

Nossa senhora anda a frete do grupo de oração como um cavaleiro em ordem de batalha, tudo passa pelos cuidados de Maria, ela vai a frente abrindo casas e corações para que o filho dela possa fazer morada e transformar vidas. Assim sendo, todo aquele que chega ao grupo é tomado como propriedade de Maria, sendo ela uma mãe observadora até nos mínimos detalhes “faltou vinho”, não deixará nada faltar aqueles que a ela recorre.

O grupo é um berço aonde acolhe muitos filhos de maria, a cada um ela conhece pelo nome, de cada um ela sabe as necessidades e aqueles que a ela mais recorrem é dado muitas graças. Nossa Senhora não para no obstáculo, do “não chegou minha hora”, ela mostra a saber que será escutada quando chama os serventes e diz: “ fazei tudo que Ele vos disser”.

No grupo de oração somos conduzidos a se entregar a essa intercessão de nossa senhora, confiar que ela tem a chave que abre a porta do coração de jesus. Nada como um pedido de mãe, cheio de ternura e sensibilidade, que toma para si nossos problemas e não hesita em falar com confiança a jesus: “Eles não têm mais vinho”.

 Mesmo aquelas situações que quase ninguém o percebe, Maria o vê por que conhece o nosso coração e cuida dele com preocupação de mãe.

O cenáculo de amor vivenciado com as famílias é um momento que nos leva a ter uma profunda intimidade com Maria. Na recitação do santo terço e nos momentos de oração, voltamos a ser criança no colo de Nossa Senhora, nossa alma retorna a uma paz indescritível.

“O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus. ” Nossa Senhora de Fátima.

Fernanda Venancio

Grupo de Oração Filhos de Maria

sábado, 27 de fevereiro de 2016

"Um milagre” no interior de SP: imagem de Nossa Senhora Aparecida intacta após incêndio.




Uma casa em Dracena (SP) foi destruída por um incêndio na segunda-feira, 22. Mas, em meio às cinzas e aos materiais queimados, uma cena comoveu o bombeiro que atuou na ocorrência e logo teve grande circulação na internet: uma imagem de Nossa Senhora Aparecida que ficou intacta.

O caso aconteceu na manhã do dia 22 em uma residência antiga e não houve nenhuma vítima.

Porém, o que mais chamou a atenção foi o fato de a imagem da Virgem de Aparecida resistir às altas temperaturas. O bombeiro Anderson Batista, que trabalhou com sua equipe para aplacar o incêndio, ao entrar na casa, ficou impressionado e compartilhou a cena que o surpreendeu em seu Facebook.

“Logo após a extinção o bombeiro faz o trabalho de rescaldo e quando entrei no quarto encontrei a imagem de Nossa Senhora Aparecida intacta, sem nenhum trinco e muitos menos derretida”, postou o bombeiro.

Para Anderson Batista, foi realmente “um milagre, pois a temperatura era muito alta para uma simples imagem resistir”.

Fonte:catholicus.org

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Carta de São João Paulo II ao Padre Pio pedindo a sua intercessão por a cura de Wanda Póltawska e agradecimento por o Milagre...

Há alguns dias, fiz uma postagem onde mostrava uma carta de São João Paulo II (na época, Karol Wojtyla) pedindo a intercessão do Padre Pio por uma senhora paralitica, e confiando a Deus as suas dificuldades pastorais. (Acesse o link para ver a carta:

Agora trago outra carta de Dom Karol Wojtyla (João Paulo II), do dia 17 de Novembro de 1962, onde ele pede por sua amiga Wanda Póltawska que teve um câncer. Ele encontrava-se em Roma para o Concílio Vaticano II. Wanda estava prestes a fazer uma cirurgia muito delicada para a retirada do câncer, e os médicos não lhe davam muita esperança.

Ao saber dessa notícia, Dom Wojtyla lembrou de como Deus atendia as orações do humilde sacerdote italiano Pio de Pietrelcina e lhe escreveu rapidamente. Padre Pio recebeu a carta, pelas mãos de  Angelo Battisti, administrador do hospital que ele fundou.



Tradução

17 de novembro de 1962
“Reverendíssimo Padre Pio,


Peço uma oração na intenção de uma senhora de quarenta anos e mãe de quatro filhas de Cracóvia, na Polônia (durante a última guerra passou cinco anos num campo de concentração na Alemanha), atualmente doente de modo grave de câncer e correndo o risco de perder a vida: para que Deus, pela intercessão da Santíssima Virgem, manifeste a sua misericórdia a ela e à sua família.
Em Cristo, mui grato + Karol Wojtyla, Bispo titular de Ombi, Vigário do Capítulo de Cracóvia – Polônia”

Ao acabar, Padre Pio disse: “Angelo, a isso não se pode dizer que não”.

Onze dias depois, o seu amigo Angelo chegou com outra carta do Bispo Wojtyla agradecendo a Deus por o Milagre e ao Padre Pio por as orações e testemunhando a cura da senhora que estava enferma. Abaixo a carta de agradecimento escrita por João Paulo II, onze dias depois, levada até o Padre Pio por o seu amigo Angelo Battisti, administrador do Hospital fundado por Padre Pio.


Tradução

“28 de novembro de 1962
Reverendíssimo Padre,

A senhora de Cracóvia, Polônia, mãe de quatro filhas, no dia 21 de novembro, antes mesmo do procedimento cirúrgico, inesperadamente recobrou a saúde. Demos graças a Deus. De coração agradeço também a ti, Reverendíssimo Padre, em nome dela, do seu marido e de toda a sua família.
Em Cristo, mui grato + Karol Wojtyla, Bispo titular de Ombi, Vigário do Capítulo de Cracóvia – Polônia”



sábado, 20 de fevereiro de 2016

Menina cega de nascença,sem pupilas, abençoada por Padre Pio volta a enxergar e continua sem pupilas!


Em 18 de junho de 1947 deu-se uma cura extraordinária, a de Gemma de Giorgi, de Ribeira, na Sicília. Nascera sem pupilas. Os médicos declararam que, naquele caso, nada podiam fazer.

Era absolutamente cega. Seus olhos não tinham “PUPILA”.

ÍRIS: disco colorido com um orifício central (chamado de PUPILA, ou menina dos olhos). Sua função é controlar a quantidade de luz que entra no olho: ambiente com muita luz faz fechar a pupila; ambiente com pouca luz faz dilatar a pupila. Exerce a função idêntica ao diafragma de uma máquina fotográfica.


NÃO OBSTANTE SER CEGA, ELA PASSOU A ENXERGAR.

Os pais conformaram-se com o infortúnio, mas a avó da menina não podia resignar-se. Cheia de confiança rezou muito a Deus e quando a garotinha contava com sete anos decidiu ir ter com o padre Pio levando-a consigo. Juntas e cheias de fé, empreenderam a longa e penosa viagem até San Giovanni.


Logo que entraram na igreja do convento onde o padre Pio distribuía a comunhão, de repente, toda gente pôde ouvir sua voz: “Gemma, anda cá!”. Vó e neta abriram caminho por entre a multidão e ajoelharam-se junto ao altar. O padre sorriu para a menina e lhe disse que podia fazer ali a sua primeira comunhão. Ouviu-a em confissão e pôs-lhe a mão sobre os olhos. Em seguida ministrou-lhe a comunhão.


A avó lhe perguntou mais tarde se naquele momento tinha pedido qualquer graça ao que a pequena disse que não.

Pouco depois, encontrou novamente o padre que, ao abençoá-la disse: “Que Nossa Senhora te abençoe, Gemma, e procura ser sempre boa”. Nesse mesmo instante a criança deu um grito… Via!

Este milagre aconteceu com a Igreja repleta de gente.

A cura fora completa e definitiva, não obstante continuassem os olhos sem pupilas depois do milagre – autêntica provocação à ciência.

Quatro meses depois, Gemma foi examinada por um oftalmologista de renome, o professor Caramozza de Perugia que declarou convicto após o exame que a criança não podia ver nem, tão-pouco, veria jamais. Após uma pesquisa detalhada, escreveu em um relatório médico que, contra todas as leis da física e da biologia, a menina sem pupilas (e, portanto, absolutamente incapaz de ver qualquer coisa com seus olhos), vê perfeitamente.

Gemma é o único caso de uma cega perante a ciência médica, e que, não obstante, via perfeitamente.

Ela ingressou na associação das “Filhas da Divina Providência” congregação de leigos, fundada por Dom Labellarted a conselho do padre Pio.

Em 1995 ainda lecionava em Messina, na Sicília.

Autor: Arni Decorte
Fonte: livro «Padre Pio» da Editorial Apostolado da Oração (1990).

sábado, 30 de janeiro de 2016

O dia em que o Padre Pio recebeu os Estigmas.



No dia 20 de Setembro de 1910, o Pe. Pio recebeu os estigmas invisíveis. Em 1918, as chagas ficaram visíveis e duraram 50 anos. 

Certo dia, aproximadamente um ano após sua ordenação sacerdotal, ouviu se um forte grito "de dor" que vinha da Capela. Todos os religiosos daquele convento acorreram ao local e, para espanto de todos das: mãos, pés e do lado direito do peito do Pe. Pio, corriam sangue em abundancia. O milagre se realizara. Aquele que tanto amava o a Cristo Crucificado, o Redento, estava marcado com Seus sinais da Paixão! 

Aquelas chagas que marcaram as mãos, pés e peito do pobre Padre foram - lhe causa de indizíveis sofrimentos, físicos (devido às fortes dores que sentia constantemente) e espirituais, pois muitos não acreditavam no fato, atribuindo - lhe fraude e embuste. Muitos médicos examinaram o reverendo padre, sem encontrar nenhuma explicação para o fato. Coisa que causava muita admiração era o fato de que as chagas não saravam nunca, apesar de curativos e também a constatação de que o sangue, que frequentemente lhe corria, tinha odor de perfume de rosas ou de violetas. Interessante que, apesar de agraciado por um dom celeste tão proeminante (era o primeiro sacerdote estigmatizado da História da Igreja), São Pio conservava - se em sincera e profunda humildade.


Não considerava os estigmas como "sinais de que ele era santo", muito pelo contrário! Tinha em consideração que os estigmas eram "castigos" por seus pecados e instrumentos de penitência para expiá-los. Envergonhava - se deles e tentava a todo custo esconde - los. Só os mostrava sob ordens do Padre Superior ou quando solicitado pelos médicos que iam investigar o fenômeno.

Na foto, hábito que o Padre Pio usava no dia em que recebeu os estigmas.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

UM DOS MILAGRES MAIS BELOS DO PADRE PIO.

Uma criança de seis meses estava gravemente doente, apesar do tratamento médico, sua morte parecia inevitável, mas não para sua mãe, que resolveu leva-la até San Giovanni Rotondo, para pedir a interseção do Padre Pio.

A viagem de trem seria longa e cansativa, mas nada detinha a mãe. Tinha fé no poder ilimitado de Deus, tinha fé na poderosa interseção de Padre Pio e assim partiu.
No decorrer da viagem, agravou-se o estado de saúde da criança, que veio a falecer. A mãe, sem perder a fé e a confiança no Senhor, enrolou o bebê em panos e colocou-o dentro de uma valise.

Ao chegar a San Giovanni, apressou-se em ir até o convento, encontrou-o no confessionário. Pegou uma senha e entrou na fila , com a criança morta dentro da valise.
E quando chegou sua vez , ajoelhou-se, aos prantos, diante de Padre Pio e abriu a valise.
Padre Pio empalideceu. Ergueu os olhos para o céu , profundamente emocionado, e entrou em oração.

Havia um médico presente : era o Dr. Sanguinetti,braço direito do Padre Pio na Casa Alívio do Sofrimento, que por acaso assistira a cena. Declarou que mesmo que o bebê não tivesse falecido em consequência da doença, teria morrido sufocado pelo tempo que passara na valise fechado.

De repente, a fisionomia de Padre Pio se transformou. Interrompeu a oração, voltaram-lhe as cores e dirigiu-se a mãe da criança, com voz forte, disse-lhe: "porque choras?! Teu filho não está morto apenas dorme!"

E na realidade a criança tinha voltado a respirar e dormia, diante da felicidade indescritível da mãe e dos louvores de todos que testemunharam o milagre.Volta-nos à mente o Evangelho de São Mateus que nos conta a ressurreição da filha de Jairo. Pela interseção de Padre Pio a criança ressuscitou também. 

(do livro:QUEM É PADRE PIO?)









quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Carta de João Paulo II a Padre Pio.

Foi descoberta a algum tempo atrás uma carta de João Paulo II (na época Karol Wojtyla) ao Padre Pio, onde ele recorre a oração do santo para receber de Deus verdadeiros milagres. Na verdade seu desejo é agradecer graças já recebida e fazer novos pedidos de intercessão.

Tradução

Roma, 17 de Novembro de 1962
Muito Reverendo Padre,
 A vossa paternidade se recorda certamente que antigamente, alguma vez no passado me foi permitido recomendar a sua oração, casos particularmente dramáticos e dignos de atenção.
Irei, portanto, agradecer-lo vivamente também em nome dos interessados pela sua oração em favor de uma senhora, de um médico católico, doente de câncer, e do filho de um advogado de Cracóvia, gravemente doente desde nascido. Ambos estão graças a Deus bem.
Mi permita além disso, Padre muito reverendo, confiar a sua oração, uma senhora paralítica, desta arquidiocese.
Nesse mesmo tempo me permita recomendar as urgentes dificuldades pastorais que a minha pobre ação encontra na presente situação.
Aproveito essa ocasião para renovar os sensos de minha religiosa saudação, com o qual amo vossa repentina e devotissima paternidade  em Jesus Cristo.